
Saída ocorre dias depois da eliminação da Azzurra na repescagem e aumenta pressão por mudanças na gestão. (Foto: Reprodução)
O presidente da Federação Italiana de Futebol, Gabriele Gravina, deixou o cargo nesta quinta-feira (2), após a seleção nacional falhar na tentativa de se classificar para a Copa do Mundo pela terceira vez seguida.
À frente da entidade desde 2018, Gravina vinha sendo pressionado, inclusive por integrantes do governo italiano, a se afastar após a derrota da Seleção Italiana de Futebol nos pênaltis para a Seleção da Bósnia e Herzegovina, na repescagem disputada na última terça-feira (31).
Em comunicado, a federação informou que uma assembleia extraordinária será realizada no dia 22 de junho para definir o novo presidente. Gravina também se colocou à disposição para prestar esclarecimentos ao Parlamento italiano em 8 de abril, quando deve apresentar um panorama da situação atual do futebol no país.
A Itália não disputa uma Copa do Mundo desde 2014. Desde então, acumula campanhas frustrantes, apesar de ter conquistado o título da Eurocopa 2020, realizada em 2021 por conta da pandemia de Covid-19.
Conhecida como Azzurra, a seleção tetracampeã mundial vive um dos períodos mais instáveis de sua história recente, com apenas uma vitória registrada em Copas desde a conquista do título em 2006.