07/SET 2026
Jornalista responsável: Marcos Santos

Ao lado de Dead Fish, artistas amazonenses ganham destaque no palco Alfândega

Publicado em 07 de setembro, 2026

Ao lado de Dead Fish, artistas amazonenses ganham destaque no palco Alfândega

Antes da entrada da banda, os artistas da terra apresentaram identidade, ancestralidade e valorização da cultura local. (Fotos: Aguilar Abecassis/ Semcom)

A banda punk Dead Fish se apresentou no “#SouManaus Passo a Paço 2026”, neste domingo, 6/9, com seus grandes sucessos hardcore. Antes da entrada da banda, os artistas da terra apresentaram identidade, ancestralidade e valorização da cultura local.

O vocalista da banda, Rodrigo Lima, afirmou que manter os fãs ativos em Manaus e ainda encontrar gerações de jovens fãs de Dead Fish “É um milagre”, que somente a arte proporciona e que o show do “#Sou Manaus 2026” significa muito para a banda.

“A gente tem uma história com a cidade já. A gente já vem a Manaus há mais de 20 anos e tocar nesse festival gratuito, num lugar tão simbólico da cidade, para a gente é mega importante. A gente não vem há alguns anos, vai ser uma noite muito especial para a gente”, disse.

O engenheiro Arthur Porto, 40 anos, agradeceu pela oportunidade de ver a banda ao vivo em Manaus.

“O show do Dead Fish é muito bom, é um momento único. Então, toda oportunidade que tiver de assistir, eu vou”, informou.

Talentos locais

A DJ Thai destacou que estar no “#SouManaus Passo a Paço 2026” é um sonho realizado. Ela informou que a oportunidade impulsiona seu trabalho para novos públicos.

“O sentimento é de total valorização, porque eu não esperava, sinceramente, que eu fosse chamada. Eu só mandei o meu portfólio e me notaram. Isso é surreal, porque eu estou fazendo um trabalho muito bom esses tempos e, finalmente, eu estou tendo um reconhecimento maior”, disse a artista que conquistou sua primeira participação em um grande evento.

Já a DJ Rafa Militão coleciona participações no evento. Em sua apresentação do “#Sou Manaus”, a DJ trouxe identidade e ancestralidade para o palco. A cantora amazonense Márcia Siqueira também fez parte do set de Rafa Militão e reforçou o encontro das raízes caboclas que constroem a identidade do povo amazonense. Outro convidado da artista foi o rapper amazonense Dacota MC.

Rafa Militao ressaltou que o espaço garantido pelo “#Sou Manaus” é uma oportunidade de mostrar a força da cultura ancestral.

“Quando a gente usa o rap para reforçar as nossas raízes, a gente contribui para o futuro dessas crianças que subiram no palco com a gente hoje. A Márcia Siqueira junto comigo tem essa significância enorme, porque eu sou muito fã dela e já era um sonho um trabalho com ela. Eu acho que é essa grande construção de coletividade, o futuro é ancestral e coletivo”.

A oportunidade para artistas locais e destaque para sua arte é um dos focos da gestão do prefeito Renato Junior, que celebra nesta edição, a maior quantidade de artistas amazonenses no festival desde sua criação.

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