
Mesmo a 2.789 km de distância, torcida do Nacional se reúne neste domingo (16) para acompanhar duelo decisivo contra o ABC-RN, pela Série D. (Fotos: Mateus Moreira/FAF)
O Nacional FC tem neste domingo (16) a missão mais esperada da temporada. O Leão da Vila Municipal encara o ABC-RN, pelo jogo de volta das quartas de final do Campeonato Brasileiro Série D, em duelo que vale uma vaga na Série C de 2027. A partida acontece na Arena das Dunas, em Natal (RN), a 2.789 quilômetros de Manaus. Longe das arquibancadas, mas perto na torcida, os nacionalinos da capital amazonense vão se reunir para acompanhar e apoiar o time na busca pelo acesso.
Enquanto o elenco azulino entra em campo em busca da classificação, os torcedores estarão reunidos no Boteco Amigos do Márcio, localizado na Rua Boa Ventura, nº 143, no bairro Águas Claras, zona Norte de Manaus. O espaço contará com telão, mesas, cadeiras e muita animação para acompanhar cada lance da decisão.
A mobilização já virou tradição entre os torcedores que frequentam o local. Proprietário do estabelecimento e nacionalino apaixonado, Márcio André falou sobre a expectativa para a partida decisiva do Leão.
“A expectativa está enorme. A gente sabe da importância desse jogo e está preparando tudo para viver esse momento junto com a torcida. O Nacional tem uma história grande, e hoje é dia de acreditar, torcer e apoiar o Leão, mesmo de longe. Estamos confiantes de que vamos comemorar esse acesso para a Série C”, disse.
Depois do revés por 2 a 1 no jogo de ida, o Naça precisa vencer por dois ou mais gols de diferença para garantir o acesso à Série C de 2027 sem a necessidade de disputa por pênaltis. Caso o Leão conquiste uma vitória por apenas um gol de vantagem, a decisão da vaga será nas penalidades máximas.
A relação de Márcio com o Nacional começou ainda na infância, por influência do pai, Nery Castro, torcedor conhecido entre os nacionalinos. A paixão pelo clube atravessou gerações e, atualmente, também se manifesta na missão de reunir outros torcedores para acompanhar os jogos do Leão.
“Minha paixão pelo Naça começou na época áurea dos clássicos entre Nacional e Rio Negro. Na época, meu pai sempre me levava junto para torcer por esse clube que amo tanto”, relembrou.
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