
Potencial químico da Amazônia é tema de seminário sobre agrofloresta
A biodiversidade vegetal amazônica se destaca como uma fonte promissora de compostos com alto potencial biológico e químico. Nas últimas décadas, os sistemas agroflorestais têm sido adotados como estratégia para conciliar produção agrícola e preservação ambiental na região. Para aprofundar esse conhecimento, pesquisadores têm aplicado estratégias metabolômicas com o objetivo de mapear e compreender o universo químico presente nessas espécies cultivadas.
O tema será abordado na palestra do pesquisador de Produtos Naturais do Instituto de Pesquisas da Amazônia (Inpa/MCTI), Pedro Henrique Jatai Batista, que vai apresentar como a química de produtos naturais contribui para a análise desses sistemas, a partir do estudo sobre as “Abordagens metabolômicas no mapeamento dos perfis químicos de sistemas agroflorestais amazônicos”, durante o Seminários da Amazônia 2026, no Centro de Convivência da Editora Inpa, no dia 23 de julho, às 16h.
De acordo com o pesquisador, o objetivo é compreender a diversidade química das espécies presentes nos sistemas agroflorestais.
“Nosso objetivo é compreender a diversidade química que existe nas espécies que são cultivadas nos sistemas agroflorestais e assim contribuir tanto para o conhecimento do ambiente químico dessas espécies como também prospectar compostos de interesse agrícola, para a saúde e para a economia, agregando valor ao que já é bem estabelecido dentro desses sistemas”, afirmou.
Serviço
Seminários da Amazônia 2026 – Palestra com o pesquisador do Inpa, Pedro Henrique Jatai Batista
Quando: Quinta-feira (23/07)
Onde: Centro de Convivência da Editora Inpa
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