
Além dos nomes citados, 19% dos entrevistados disseram que nenhum dos listados deveria ser o candidato da direita em 2026. (Foto: Reprodução)
A mais recente pesquisa Genial/Quaest, divulgada nesta quinta-feira (17), mostra quem são os nomes preferidos pelos eleitores de direita para disputar a Presidência da República em 2026, caso o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) fique fora da corrida eleitoral.
Segundo o levantamento, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), lidera as citações com 15% das menções. O índice repete o resultado de março e representa uma queda de dois pontos em relação ao pico de 17% registrado em maio.
Na segunda colocação aparece a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL), com 13%. Ela também apresentou queda em comparação aos levantamentos anteriores — havia alcançado 14% em março e 16% em maio.
Outros nomes lembrados pelos entrevistados foram o governador do Paraná, Ratinho Júnior (PSD), com 9%; o deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL), com 8%, e o empresário Pablo Marçal (PRTB), também com 8%. Eduardo foi o que mais cresceu, subindo quatro pontos em relação aos dois levantamentos anteriores.
Com menor percentual, aparecem ainda o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD), com 4%; o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), com 3%, e o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), também com 3%.
Além dos nomes citados, 19% dos entrevistados disseram que nenhum dos listados deveria ser o candidato da direita em 2026, e 17% não souberam ou preferiram não responder.
| Nome | Março | Maio | Julho |
|---|---|---|---|
| Tarcísio de Freitas | 15% | 17% | 15% |
| Michelle Bolsonaro | 14% | 16% | 13% |
| Ratinho Júnior | 9% | 11% | 9% |
| Pablo Marçal | 11% | 7% | 8% |
| Eduardo Bolsonaro | 4% | 4% | 8% |
| Eduardo Leite | 3% | 4% | 4% |
| Romeu Zema | 4% | 3% | 3% |
| Ronaldo Caiado | 4% | 5% | 3% |
| Nenhum | 19% | 16% | 19% |
| Não sabe/não respondeu | 16% | 15% | 17% |
A pesquisa foi realizada entre os dias 10 e 14 de julho com 2.004 entrevistados em todo o país. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.