
Cassada a licença de Operação, após parecer da fiscalização do Ipaam
O Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam) suspendeu a Licença de Operação da Royal Max do Brasil Ind. e com. Ltda., empresa recicladora que opera no Distrito Industrial de Manaus (PIM). Os fiscais do órgão já haviam embargado a empresa, após a lavratura de três multas, em valores que chegam a R$ 3,506 milhões.
O embargo incluiu atividades e serviços de armazenamento, depósito, segregação, processamento de resíduos industriais classes I e II, sem a licença do Ipaam. Havia também acusação de “depositar/ dispor resíduos industriais classes I e II (sucatas metálicas e não metálicas, borras de pintura e de tinta papel/ papelão, construção civil, borra oleosa) a céu aberto, sem autorização do órgão ambiental”.
Os analistas ambientais do Ipaam, inicialmente, notificaram a Royal Max (455/2023), no dia 27 de setembro deste ano. Pediram arquivo digital com relatório de armazenamento de produtos perigosos. E o Certificado de Movimentação Operacional de Produtos Perigosos (MOPP), dos motoristas que operam caminhões da empresa. No mesmo dia (27/09), a empresa recebeu as multas.
A primeira multa (606/2023), de R$ 2,505 milhões, por falta da licença ambiental. A segunda (607/2023), de R$ 500,5 mil, por deixar de atender a condicionantes da Licença de Operação Nº 196/12-03, com alteração de 11/05/2023, agora suspensa. E a terceira (608/2023), no valor de R$ 500,5 mil, pelo armazenamento sem licença do Ipaam.
As três multas foram lavradas no dia 27/09 e a empresa teve prazo de 20 dias para pagar ou apresentar defesa. O portal tentou entrar em contato com a Royal Max, pelo telefone (92) 2021-80.., mas ninguém responde. A empresa terá o direito de resposta assegurado, assim que enviá-la.
VEJA, ABAIXO, O ATO DO IPAAM QUE SUSPENDEU A LICENÇA