25/JUN 2026
Jornalista responsável: Marcos Santos

Caprichoso encerra pagamentos dos colaboradores na próxima terça-feira (11)

Publicado em 09 de julho, 2023

Caprichoso encerra pagamentos dos colaboradores na próxima terça-feira (11)

Pagamento segue planejamento definido pela diretoria. Foto: Divulgação

Seguindo o planejamento e a programação definida pelo presidente do Boi Caprichoso, Jender Lobato, o bumbá Bicampeão do Festival de Parintins encerra na próxima terça-feira (11/07) os pagamentos referentes ao último mês de trabalho da temporada 2023.

Com o pagamento da próxima terça-feira o dirigente azulado encerra a programação que quita o contrato de todos os trabalhadores azulados. “Em toda a nossa gestão o trabalhador foi propriedade, são eles que constroem um boi campeão”, explicou.

Uma das novidades é que os dançarinos, que são voluntários, também irão receber um valor simbológico do Boi Caprichoso pelo sucesso de suas apresentações.

Retorno de alegorias 

O Boi Caprichoso encerrou na quinta-feira, 06 de julho, o processo de retorno das alegorias para o galpão do bumbá. O trabalho, que prezou pela segurança, foi realizado pelos paikicés, coordenado pela equipe de logística e concentração do boi bicampeão do Festival Folclórico de Parintins 2023.

O trabalho de retorno das alegorias ajuda na circulação de veículos e pessoas na área da Praça dos Bois, uma preocupação da presidência do Caprichoso. De acordo com Jender Lobato, o bumbá cumpre um planejamento realizado para cuidar da segurança dos colaboradores azuis e da população parintinense que transita no local. “Fizemos um planejamento bem antes para que o nosso translado, para que nossas alegorias não causassem transtorno e nem perigo às pessoas. Então, conseguimos executar tudo sem nenhum problema e pagando todos os trabalhadores que contribuíram com o título de bicampeão do Festival”, informa Jender.

O translado das 90 bases alegóricas do Caprichoso iniciou no dia 26 de junho e contou com 160 paikicés (colaboradores que empurram as alegorias). Na concentração, os trabalhadores contaram com apoio de três empilhadeiras, um caminhão muque, e dois guindastes (500 toneladas e 80 toneladas), que foram fundamentais na montagem e desmontagem das alegorias, bem como no retorno ao galpão. Órgãos de segurança como Polícia Militar, Empresa Municipal de Trânsito e Transporte (EMTT) e Corpo de Bombeiro auxiliaram no serviço.

A volta das estruturas para o galpão iniciou logo após o primeiro dia de apresentação, facilitando a logística na concentração e a própria movimentação das alegorias no local, uma vez que não se acumulavam módulos na Praça dos Bois. “Todo esse processo foi planejado meses antes e entregue à diretoria pra que a gente pudesse ter esse suporte e pudesse levar e retornar com as nossas alegorias com o máximo de segurança. Hoje, graças a Deus, todos os módulos já estão dentro do galpão”, informa o diretor de logística e concentração, Zandonaide Bastos.

“Eu avalio como positivo, porque como planejado foi executado e, graças a Deus, o processo de retorno ocorreu tudo bem. Graças a Deus nenhum colaborador, nenhum paikicés se machucou, não houve nenhum tipo de acidente e deixamos as ruas e a praça livre para o trânsito fluir normalmente”, finalizou Zandonaide.

Paikicés pagos

Os empurradores de alegorias (Paikicés – guerreiros cortadores de cabeças) ao término de seu trabalho também já foram remunerados. Os pagamentos foram feitos pelo diretor administrativo, Diego Mascarenhas.

Os trabalhadores foram responsáveis pelo translado das alegorias para o bumbódromo e seu retorno para os galpões.

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