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A empresária que foi vítima de um sequestro relâmpago nesta terça-feira (7) foi obrigada a fazer transferências por Pix que somaram R$ 8 mil para as contas dos criminosos.
De acordo com o delegado Costa e Silva, titular do 19º Distrito Integrado de Polícia (DIP), após o sequestro, a vítima foi deixada no bairro Santo Agostinho, onde recebeu ajuda de pessoas em uma escola e acionou a Polícia Militar.
“Já no caminho a polícia conseguiu localizar o veículo dela, que se encontrava ligado e abandonado no bairro Santo Agostinho. Então trouxeram a vítima até a delegacia com o carro. De posse da placa do carro dela, nós conseguimos fazer o monitoramento desse veículo e verificar se outro carro estava dando suporte”, disse o delegado.
A polícia percebeu que de fato havia um outro carro acompanhando o veículo da vítima em alguns pontos da cidade. Então, foi solicitado que esse automóvel fosse abordado e o condutor levado até a delegacia.
Durante a abordagem realizada pela Polícia Militar, o suspeito negou qualquer participação no crime. Disse que o veículo estava no nome de uma outra senhora e que ele estava indo para o serviço.
Após interrogatório na delegacia, o homem confessou a participação no crime relatando que receberia uma quantia pelo feito e indicou a localização de um comparsa.
“Hoje de manhã a gente foi na Compensa, entrou na residência, verificou, mas o comparsa não estava na casa naquele momento. Nós conseguimos as imagens do Shopping Ponta Negra, onde foi possível constatar pelo ticket de entrada o cidadão que está detido aqui na delegacia. Então, ele participou sim do crime, ele não só emprestou o carro. Ele vai ser flagranteado por extorsão mediante sequestro”, relatou Costa e Silva.
As investigações seguem para localizar os outros dois envolvidos.
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