
Dnit contrata empresa para reconstrução da ponte sobre o rio Curuça
O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) fez a contratação de uma empresa para realizar os trabalhos de reconstrução da ponte Curuça, sobre o rio Curuça, a J. Nasser Engenharia. A ponte desabou no dia 28 de setembro de 2022, no Amazonas. Segundo o órgão, a previsão de entrega da obra é para outubro deste ano – após mais de um ano do acidente.
Conforme o Dnit, a obra segue na fase de projeto. Em fevereiro, devem começar as construções do canteiro de obras e das fundações. O valor aproximado da obra é de R$ 24,8 milhões.
Já com relação à ponte Autaz-Mirim, que também desabou dez dias após a Ponte Curuçá, as empresas interessadas na obra devem encaminhar as propostas no próximo mês. A partir disso começará as outras etapas do projeto de reconstrução da estrutura.
Na queda da ponte sobre o Rio Curuçá, no fim de setembro de 2022, quatro pessoas morreram e uma ainda está desaparecida. Em um trecho da rodovia, uma balsa foi colocada para servir de ponte para os veículos.
No entanto, como o rio ainda está baixo, a estrutura trabalha parada apenas como passagem. Na subida do rio, a balsa irá trabalhar em movimento. O problema preocupa motoristas que utilizam a rodovia diariamente.
As duas pontes desabaram na rodovia federal – a principal via de acesso terrestre do Amazonas para outras regiões do país, em um intervalo de dez dias:
No dia 28 de setembro, a ponte sobre o Rio Curuça despencou, deixando quatro mortos e mais de 10 feridos. Uma pessoa segue desaparecida.
Já no dia 8 de outubro, a apenas 2 quilômetros do local onde ocorreu o acidente, a ponte sobre o Rio Autaz Mirim desabou poucas horas após ser interditada. Ninguém ficou ferido.
Além de afetar mais de 100 mil pessoas, a queda das pontes vinha provocando desabastecimento de alimentos e remédios em três cidades do Amazonas: Careiro da Várzea, Careiro – conhecido como Careiro Castanho – e Manaquiri.