18/JUN 2026
Jornalista responsável: Marcos Santos

Projeto Potássio Autazes é apresentado em Fórum de Fertilizantes da Suframa

Publicado em 03 de setembro, 2022

Diretor de ESG da Potássio do Brasil, Lúcio Rabelo, falou da importância do Cloreto de Potássio para o Brasil.

O diretor de ESG da Potássio do Brasil, Lúcio Rabelo, apresentou o Projeto Potássio Autazes, durante palestra no Fórum de Fertilizantes realizado pela Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa), no dia 1º de setembro, em Manaus.

O evento reuniu representantes de entidades que atuam em atividades e projetos no setor de fertilizantes e teve objetivo de alinhar diretrizes e ações efetivas de caráter estratégico, com reflexos no desenvolvimento da região no contexto do “Projeto Amazônia 2040: cenários prospectivos e agenda estratégica para o desenvolvimento”.

Durante a palestra, Rabelo explicou a importância estratégica do Cloreto de Potássio para o agronegócio brasileiro e para o desenvolvimento da região de Autazes, onde o Projeto será implantado, com a geração de emprego e renda e a manutenção do meio ambiente com iniciativas de sustentabilidade. A Potássio do Brasil segue regras rígidas de ESG (Enviromental – Meio Ambiente, Social e Governança) e isso reflete na sua maneira de produzir o Potássio, uma vez que zela pelo meio ambiente e sociedade, cumprindo a legislação brasileira.

“O Projeto Potássio Autazes foi apresentado no evento e mostrou que temas como inclusão, direitos humanos, diversidade, questões ambientais e de governança fazem parte das suas estratégias de atuação e assim contribuir para um mundo melhor”, explicou Rabelo.

Atualmente, o Brasil é o segundo maior importador de Potássio do mundo, tendo consumido 11,33 milhões de toneladas em 2020. Isso quer dizer que o setor agropecuário brasileiro depende de fornecedores externos, com a previsão de, em 2024, chegar a importar 100% do fertilizante. O Projeto Potássio Autazes se torna, portanto, uma alternativa clara de minimizar essa dependência, pois quando atingir a produção média de 2,4 milhões de toneladas de cloreto de potássio por ano, a oferta desse insumo corresponderá a cerca de 20% do volume consumido no Brasil.

Mais de 95% do nosso Cloreto de Potássio vem do exterior. Os principais produtores são Canadá, Rússia, Bielorrússia, Alemanha e Israel. De acordo com Rabelo, com as sanções econômicas impostas à Bielorrússia, começou-se a ter um problema de escassez de Potássio no mundo.

“A consequência disso é que o preço subiu. Com o efeito da guerra entre a Rússia e Ucrânia, esse problema aumentou. O preço do Cloreto de Potássio no mundo subiu, criando um efeito dominó. O nosso dia a dia foi muito afetado por isso, no preço do alimento que consumimos todos os dias”, afirmou o diretor de ESG.

De acordo com a Suframa, o objetivo do Projeto Amazônia 2040  é identificar potencialidades de desenvolvimento na área de abrangência do modelo Zona Franca de Manaus (ZFM), que sejam capazes de gerar emprego e renda, além de promover melhoria na qualidade de vida da população amazônida e, ao mesmo tempo, fomentar atividades, a médio e longo prazos, com menor dependência dos instrumentos de incentivos fiscais.

Atualmente, o Projeto Potássio Autazes está em fase de licenciamento ambiental. Já possui a Licença Prévia (LP), e aguarda a Licença de Instalação (LI) uma vez que a consulta ao povo indígena Mura de Autazes e Careiro da Várzea foi deflagrada desde 2019, fruto de um acordo judicial entre a empresa e o Povo Mura, na Justiça Federal. A empresa mantém-se aberta ao diálogo com a sociedade para mostrar como o Projeto Potássio Autazes pode ser um dos modelos futuros de desenvolvimento do estado do Amazonas.

Projetos socioeconômico e ambientais

O Projeto Potássio Autazes também zela pelo meio ambiente e a sustentabilidade e tem mais de 30 projetos socioeconômico e ambientais, com base nos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, em implantação e previstos para serem implantados por todo o período de vida do empreendimento e mesmo após o fim da operação.

São ações que apoiarão as vocações e potencialidades econômicas locais e incentivarão a introdução de novos empreendimentos, aproximando a cultura e os saberes tradicionais e o conhecimento técnico-científico. Assim, por meio de parcerias com entidades públicas, privadas e sociais, serão implementados programas e projetos visando promover o crescimento econômico, o desenvolvimento social, o uso sustentável dos recursos naturais e a preservação do meio ambiente.

Veja mais notícias em Cidade

RELACIONADAS

Portal do Marcos Santos
Privacy Overview

This website uses cookies so that we can provide you with the best user experience possible. Cookie information is stored in your browser and performs functions such as recognising you when you return to our website and helping our team to understand which sections of the website you find most interesting and useful.