
A Estação de Apoio ao Trabalhador Caprichoso será instalada na Escola de Artes Irmão Miguel de Pascalle, a partir da próxima semana. Foto: Arleison Cruz/Divulgação
O Boi-bumbá Caprichoso vai auxiliar seus artistas, artesãos e colaboradores, que com a pandemia do novo coronavírus enfrentam dificuldades com a não realização do Festival Folclórico de Parintins. Pensando nisso, a diretoria do bumbá vai implantar a Estação de Apoio ao Trabalhador Caprichoso, que será instalada na Escola de Artes Irmão Miguel de Pascalle, a partir da próxima semana.
A iniciativa consiste na criação de um espaço de atendimento aos funcionários do bumbá nesse momento de pandemia.
De acordo com o presidente do Conselho de Arte, Ericky Nakanome, a estação não será permanente, apenas para esse momento. “Vamos ajudar os artistas com orientação sobre documentos, acesso à internet, benefícios eventuais da cultura, seja estadual ou na esfera federal”, explica.

A iniciativa consiste na criação de um espaço de atendimento aos funcionários do bumbá azul e branco durante a pandemia. Foto: Divulgação
Uma sala é preparada na escola de arte do Boi Caprichoso para atendimentos aos profissionais. A programação conta com curso de capacitação, acesso aos editais e a pontos de internet para participar e tentar conquistar os recursos por meios dos programas que beneficiam o trabalhador da arte.
A iniciativa visa atender os artistas dos galpões de alegorias, artistas tribais, coreógrafos entre outros setores do bumbá. “A proposta do Caprichoso é celebrar o dia do trabalhador, auxiliando o trabalhador e não fazendo dele um tema de festa”, afirma Nakanome.

Foto: Divulgação
Para o presidente Jender Lobato, o momento é de apoiar aqueles que fazem o espetáculo azul e branco. “Precisamos apoiar os nossos artistas que sempre nos brindaram com grandes espetáculos na arena do Bumbódromo. Iniciamos as ações ano passado com entrega de cestas básicas e agora criamos a Estação de Apoio ao Trabalhador Caprichoso”, anuncia.
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