
Queiroz deve voltar ao Complexo Prisional de Bangu. Foto: Reprodução/TV Globo
O Tribunal de Justiça do Rio determinou, nesta sexta-feira (14/8), a expedição dos mandados de prisão preventiva para Fabrício Queiroz e sua mulher, Márcia Oliveira de Aguiar. A medida ocorreu em cumprimento à ordem do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que ontem (13/8) revogou a prisão domiciliar do casal.
De acordo com despacho do desembargador Milton Fernandes, relator do processo no Órgão Especial do TJ do Rio, o ex-assessor de Flávio Bolsonaro na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) não pode ser levado para o Batalhão Especial Prisional (BEP). Com isso, ele deve voltar ao Complexo Prisional de Bangu.
A ordem de prisão veio do ministro do STJ Félix Fisher, que considerou a possibilidade de Queiroz destruir provas. O casal é investigado em um suposto esquema de ‘rachadinha’ na Alerj. A ‘rachadinha’ ocorre quando políticos pagam os salários dos contratados de seus gabinetes, mas os profissionais são obrigados a devolver parte dos vencimentos.
A revogação da prisão domiciliar atendeu ao pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR).
Queiroz e sua esposa estavam em seu apartamento, em Jacarepaguá, devido a uma liminar concedida pelo presidente do STJ, João Otávio de Noronha, no dia 9 de julho, durante o período de recesso do tribunal.
A reportagem pediu posicionamento à defesa do casal, que até o momento não se pronunciou.
Fonte: Agência Brasil
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