
Chalub faz exames, após sentir dores na perna, mas estava tudo bem e ele já voltou ao trabalho. Foto: Divulgação TJAM
O presidente do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM), desembargador Domingos Chalub, está de volta às atividades na corte. Ele sentiu dores na perna, onde tem uma prótese, e os médicos o levaram ao hospital Santa Júlia. Estava tudo bem, mas o sobrinho dele, médico Sidney Chalub, decidiu aproveitar para fazer um check-up.
Chalub cumpriu rigorosamente o isolamento social, durante a pandemia, por estar no grupo de risco, devido à idade. Só aceitou ir ao hospital a pedido do médico Emerson Honda, ortopedista paulista, responsável pela colocação da prótese. “Ele sentiu as dores e ligou para o médico. Foi então que ouviu o pedido para que fosse imediatamente ao hospital e chamou o sobrinho”, disse uma fonte próxima.
O presidente do TJAM chegou a pensar em desistir da candidatura ao cargo, por causa da possibilidade de revisão da prótese. “Isso me tiraria uns seis meses de atividade e eu não ia aceitar me afastar por tanto tempo, estando no cargo”, disse Chalub, em entrevista a este portal.
Agora, feitos os exames e o check-up, ficou constatado que está tudo bem com Domingos Chalub.
As primeiras informações que circularam, sobre a ida do presidente do TJAM ao hospital, era de que estava em Unidade de Terapia Intensiva (UTI). “Falaram que ele tinha sofrido um AVC. Tudo bobagem. Foi para casa e já está inclusive em suas atividades normais”, disse a fonte.
O TJAM continua em isolamento social, por conta da pandemia. A diretoria encomendou estudos de biosssegurança e com base neles decidirá quando os trabalhos presenciais voltarão. “A produtividade tem até aumentado e vamos utilizar muito da experiência atual, mesmo após a volta”, disse Chalub.
O desembargador-presidente também estuda uma forma de facilitar o acesso à internet dos jurisdicionados fora da rede mundial de computadores. “A gente tem transformado muita coisa para digital e isso é irreversível, mas precisamos cuidar dos mais necessitados, daqueles aos quais a Justiça precisa chegar e não possuem computador ou mesmo celular”, enfatiza.
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