Doria: réveillon e carnaval só poderão ser comemorados após vacina

Doria: réveillon e carnaval só poderão ser comemorados após vacina

Doria: réveillon e carnaval só poderão ser comemorados após vacina. Foto: Divulgação

O governador de São Paulo, João Doria, disse nesta quarta-feira (15) que as celebrações de ano novo e de carnaval, só poderão ocorrer no país após as pessoas estarem vacinadas contra o novo coronavírus, já que geram aglomerações.

Doria ressaltou que o Brasil já registrou quase 2 milhões de infectados e mais de 74 mil mortos pelo novo coronavírus. “É a maior tragédia desse país em qualquer tempo. Não há nada a celebrar, não há nada a comemorar” disse o governador.

Doria

“Não temos que celebrar nem ano novo e nem carnaval diante de uma pandemia. Apenas com a vacina pronta e aplicada e a imunização feita é que poderemos ter celebrações que fazem parte do calendário do país. Mas neste momento não”, ressaltou.

Até este momento, o estado soma 393.176 casos confirmados e pessoas infectadas pelo novo coronavírus, com 18.640 óbitos pela doença.

Novos casos

Nas últimas 24 horas, o estado de São Paulo somou hoje 6.569 novos casos confirmados de coronavírus. Com isso, até este momento, há 393.176 casos confirmados da covid-19, com 246.941 pessoas curadas.

Dos novos casos das últimas 24 horas, 56% se referem a ocorrências ativas, confirmados por meio de exame RT-PCR.

Do total de confirmações, 70% foram contabilizados por meio de exame de RT-PCR, enquanto 28% foram feitos por meio de testes rápidos – que indicam quem já teve contato com o vírus e produziu anticorpos – e 2% por outros métodos.

Óbitos

O total de óbitos por covid-19 [a doença provocada pelo novo coronavírus] soma agora 18.640.

Há 5.921 pessoas internadas em unidades de terapia intensiva (UTI) em todo o estado em casos suspeitos ou confirmados de coronavírus, além de 8.777 pessoas internadas em enfermarias. A taxa de ocupação de leitos de UTI está em 66,5% no estado e em 65% na Grande São Paulo.

O estado registrou hoje a sua menor taxa de letalidade desde o início da pandemia. Essa taxa, que calcula a proporção de óbitos sobre o total de ocorrências, é de 4,7%.

Agência Brasil

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