
Vacina contra Covid-19 é um desafio para a ciência e diversas partes do mundo têm novidades
O laboratório norte-americano Pfizer anunciou que, em junho, estará pronta para testar a vacina contra coronavírus. Em outubro, segundo a empresa, o produto estará pronto para entrar na emergência de Covid-19. E, ainda em 2020, será produzida aos milhões e distribuída pelo mundo. A notícia é da CNN.
A Pfizer fez um acordo com a alemã BioNTech. As duas trabalham, desde 2018, desenvolvendo vacinas por um método revolucionário. Trata-se do aproveitamento do código genético do vírus e não, como padrão, de versão inativada dele. O método usa o mensageiro do RNA (RiboNucleic Acid, em inglês, ácido ribonucleico), que atende pela sigla mRNA.
Outro experimento, feito pela Universidade de Oxford, chamada de ChAdOx1 nCoV-19, já está em fase de testes, segundo a BBC. O teste é feito em cerca de 1.100 voluntários e vai durar “os próximos meses”.
O governo britânico entrou de cabeça nas pesquisas contra a pandemia. O secretário de Saúde Matt Hancoc anunciou investimento público de £42,5 milhões (cerca de R$ 296 milhões). Tudo destinado às universidades do Reino Unido.
A Imperial College London está tentando um método diferente de imunização e espera iniciar testes em humanos em junho.
O pico da pandemia, que parece estar chegando ao Amazonas, é diferente em diversos lugares do mundo. A província de Hubei, na China, onde iniciou a infestação, já prepara a diminuição do alerta. Neste sábado (02/05), as medidas de contenção começarão a ser atenuadas.
O Governo do Amazonas tem um calendário para, a partir do dia 14/05, iniciar o fim do isolamento. A volta gradual se encerra no dia 6 de julho, com reabertura de creches e escolas, inclusive de nível superior. Tudo, no entanto, dependerá das próximas duas semanas. O levantamento do Estado de Calamidade, porém, só acontecerá em 180 dias.
Veja mais notícias em Geral