08/AGO 2026
Jornalista responsável: Marcos Santos

Bolsonaro passeia por Brasília e reforça apoio à reabertura do comércio no país

Publicado em 29 de março, 2020

Imagem mostra Bolsonaro em Taguatinga/DF. Foto: Reprodução/Twitter

Neste domingo (29), o presidente Jair Bolsonaro visitou diferentes regiões administrativas no Distrito Federal, em Brasília. Ele foi ao Hospital das Forças Armadas (HFA) e a supermercados e comércios abertos em diferentes locais da capital. Na conta oficial dele no Twitter, foram publicados vídeos do passeio. No retorno ao Palácio da Alvorada, o presidente voltou a reforçar sua posição pela abertura dos comércios.

Bolsonaro deixou o Palácio da Alvorada na parte da manhã. Ele foi ao HFA, mas não informou a razão. Além disso, passou pelas regiões administrativas de Sobradinho, Taguatinga e Ceilândia. Esses últimos são as áreas mais populosas do DF.

Neste domingo, ele voltou a reforçar o apoio à reabertura do comércio no Brasil. “Temos problema do vírus? Temos. Devemos tomar cuidado com os mais velhos. Mas temos a questão do desemprego também. O emprego é essencial. Se o Brasil não rodar, muitos vão perder o seu emprego”, declarou.

O presidente questionou protocolos das autoridades de saúde, dizendo que nem sempre devem ser seguidos. “Quantas vezes o médico não segue o protocolo? Por que não segue? Porque tem que tomar decisão. Chefe que sou, tenho que assumir riscos, tomar decisões. Não posso ficar em cima do muro e agindo politicamente correto, a nação afunda. E não vou me furtar de assumir posições”, comentou.

Mandetta reforçou necessidade de evitar aglomerações

Em entrevista coletiva, no sábado (28), o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, afirmou que é preciso se preocupar com a economia e com atividades como logística, mas reforçou a importância de evitar aglomerações e circulação como forma de evitar que a disseminação do vírus aumente e haja uma sobrecarga no sistema de saúde.

“Se a gente sair andando todo mundo de uma vez, vai faltar [equipamentos e atendimento de saúde] para o rico, para o pobre, o dono da empresa e o dono do botequim. Precisamos ter racionalidade e não nos mover por impulso. Vamos nos mover pela ciência e parte técnica. Nosso problema não é a letalidade para o indivíduo. A conta é que esse vírus ataca o sistema de saúde e da sociedade como um todo”, ressaltou o ministro.

Fonte: Agência Brasil

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