
Integrantes da Vitória Régio brigaram durante concentração do ensaio técnico. Foto: Reprodução
Duas confusões marcaram o ensaio técnico das Escolas do Grupo Especial, no Centro de Convenções, o Sambódromo, nessa quarta-feira (19). Vídeos divulgados nas redes sociais mostram integrantes de uma escola agredindo um jornalista e uma briga entre integrantes de outra agremiação. Nessa quarta, as oito escolas puderam acertar os detalhes para apresentação oficial que começa no próximo sábado (22).
Uma das confusões envolveu a escola de samba Aparecida. Imagens compartilhadas nas mídias sociais mostram o jornalista Denivaldo Oliveira, do Portal Tucumã, sendo expulso da concentração da agremiação. O profissional, que fazia a cobertura jornalística do ensaio, foi puxado pelo braço e insultado com palavrões por um integrante da verde e branca.
O jornalista chegou registrar Boletim de Ocorrência (BO), no 6º Distrito Integrado de Polícia (DIP), no bairro Cidade Nova, que apura o fato.
A outra confusão envolve a escola de samba Vitória Régia. Ainda na concentração para o ensaio técnico, integrantes da agremiação se agrediram com socos, chutes e ponta pés. Há informações de que houve desentendimento entre mestres de bateria.
Um membro da verde e rosa informou que a confusão foi de cunho pessoal e não afetou o desempenho da agremiação durante o ensaio. A diretoria afirmou que não vai se manifestar sobre o ocorrido por se tratar de uma briga pessoal.
A diretoria da Aparecida enviou nota de esclarecimento ao Portal do Marcos Santos. No texto, assinado presidente Luiz Pacheco e pelo vice-presidente Eudimar Bandeira, a escola informa que o caso de agressão ao jornalista envolve um membro da Harmonia da escola, e afirma que desaprova a conduta.
“Informamos que já tomamos todas as providências para elucidar os fatos e, reforçamos, que não compactuamos com qualquer forma de violência, constrangimentos ou maus tratos, a quem seja, principalmente e especialmente a membros da imprensa que atuam de forma espontânea e gratuita na divulgação dos eventos de todas as agremiações em Manaus”, diz um trecho.
Na nota, a agremiação destaca que o ensaio técnico é um momento sério, considerado o ápice para os acertos finais com a participação de todo o segmento do grupo. A escola afirma, ainda, nessas ocasiões os ânimos ficam acirrados. “Mas não dá o direito a nenhum diretor ou membro, ofender ou agredir ninguém, fato que não ocorreu de nossa parte. Encerramos informando, que zelamos sempre pela garantia dos direitos de qualquer cidadão”, conclui a Aparecida.
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