
ESCALADA DE VIOLÊNCIA Baleado em tiroteio no Educandos morre em hospital. Foto: Divulgação
Um dos alvos do tiroteio ocorrido no bairro de Educandos, na zona Sul de Manaus, na manhã deste sábado (11), Thiago Bruno Maia de Brito, 19, morreu no Hospital e Pronto Socorro João Lúcio, zona Leste.
Conforme a polícia, Thiago foi alvejado por criminosos enquanto consumia bebidas alcoólicas em um bar na avenida Presidente Kennedy, juntamente com seus parceiros Anderson Costa da Silva, 28, e Marco Antonio Leite Nunes, 26, que morreram no local.
Segundo informações, Thiago foi alvejado com três tiros, foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas não resistiu e foi à óbito, horas após dar entrada no hospital.
Já seus companheiros morreram ainda no bar. A suspeita é de que tenha sido um acerto de contas relacionado ao tráfico de drogas.
Além do triplo homicídio, pelo menos outras sete mortes foram registradas na capital ontem. Durante a madrugada, um homem foi morto a pedradas na rua Acará, bairro Lago Azul, zona Norte de Manaus.
Já no bairro Aleixo, zona Centro-Sul, o bailarino e coreógrafo Flávio Soares, 54, foi assassinado com um tiro na nuca em um posto de combustível durante uma suposta emboscada.
Pela manhã, um homem identificado apenas como “Formiguinha” foi encontrado morto dentro de seu imóvel no Centro de Manaus. A suspeita é de que ele tenha sido enforcado.
Uma briga na Feira da Manaus Moderna terminou com um homem morto. Ele foi identificado como Mayque Araújo de Lima, 32, esfaqueado e socorrido ao Serviço de Pronto Atendimento (SPA) Colônia Oliveira Machado, porém não resistiu e morreu.
Pela parte da tarde, dois corpos foram encontrados enterrados em um cemitério clandestino nas matas da Reserva Adolpho Ducke, zona Norte de Manaus. Um deles foi identificado como sendo de um adolescente de 17 anos que estava desaparecido há uma semana.
No final da tarde, mais um corpo foi encontrado enterrado em uma cova rasa no terreno de uma empresa particular no Distrito. A suspeita é de que ele tenha sido morto na comunidade que fica atrás da empresa e o corpo jogado no terreno.
Em todos os casos, os corpos foram removidos ao Instituto Médico Legal (IML). A Polícia Civil investiga as mortes.
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