
Foto: Divulgação
Consumidores do Amazonas tem até o dia 30 de novembro para renegociar o pagamento de dívidas atrasadas e negativadas pela internet. O Feirão Limpa Nome, da Serasa Experian, oferece descontos de até 98%, e o cidadão negocia seu débito diretamente com seu credor, mas pelo computador ou celular no aplicativo da Serasa.
No último feirão online, em março de 2019, mais de 18 milhões de pessoas visitaram o site da Serasa, resultando em mais de R$ 2,8 bilhões em descontos concedidos.
Participam deste feirão online 30 empresas, como Santander, Itaú, Net, Claro, Embatel, Anhaguera, Nextel, Banco BMG, Digio, Porto Seguro e Oi. Elas oferecem prazos de pagamentos diferenciados e descontos para a quitação das contas em atraso.
Como funciona?
Na internet, consulte o site do feirão (https://www.serasaconsumidor.com.br/limpa-nome-online/sobre-o-feirao#howworks). Lá, coloque o número do seu CPF e veja se tem alguma dívida com as empresas participantes.
As empresas vão dar uma proposta de pagamento da dívida, à vista, parcelado, e com diferentes valores. O consumidor quem vai decidir se aceitar e se o valor caberá em seu orçamento.
Após aceitar o acordo, será gerado um boleto para o pagamento já combinado na renegociação.
Manaus
Em Manaus, a agência da Serasa também vai auxiliar o consumidor nas negociações. A Serasa na capital fica no Centro, na Rua 24 de Maio, nº 220, 11º andar, alas 1101 à 1103.
O horário de atendimento da agência em Manaus é das 8h às 18h. É necessário levar um documento com foto e número do CPF.
Números
Últimos dados da Serasa, de setembro deste ano, apontam que Manaus tem 1.021.934 inadimplentes. Segundo o gerente do Serasa Limpa Nome, Lucas Lopes, essa é a oportunidade de as pessoas negociarem suas dívidas com facilidade.
“O feirão é um momento muito especial para nós e bastante esperado pelos consumidores. Sabemos que o começo do ano é difícil, com muitas contas que se acumulam, por isso, repetimos essa edição trazendo novas oportunidades para que mais pessoas possam colocar suas contas em dia”, afirma Lopes.
Veja mais notícias em Economia