
Gestor de escola indígena morre afogado no rio Negro; prefeito lamenta tragédia. Foto: Divulgação
O gestor da Escola Indígena Municipal Aru Waimi, Márcio Silva da Rocha, 42, morreu vítima de afogamento na madrugada deste domingo (14), voltando de uma comunidade no rio Negro.
A embarcação na qual viajava, de pequeno porte, virou no meio do rio. Ele retornava de um evento na comunidade do Jaraqui. A pessoa que conduzia a lancha deixou o educador apoiado no transporte e nadou até a margem do rio em busca de ajuda, mas quando voltou, o gestor já estava desaparecido.
O corpo de Márcio foi encontrado, por volta das 9h deste domingo, por comunitários que nadavam em busca dele. Por meio de nota, a Prefeitura de Manaus, em nome do prefeito Arthur Virgílio Neto, a primeira-dama Elisabeth Valeiko Ribeiro, e a secretária municipal de Educação (Semed), Kátia Schweickardt, lamentam com grande pesar a morte do gestor, que integrava a rede municipal de ensino há 14 anos e estava há quase um ano na unidade indígena, localizada na comunidade Terra Preta, rio Negro, zona Rural/ ribeirinha de Manaus.
“Minha solidariedade e de toda a prefeitura à família do Márcio, servidor que aceitou o desafio de trabalhar a educação na área rural, com seus percalços e com tamanha nobreza”, disse o prefeito.
A secretária Kátia Schweickardt afirmou que a Semed perde um valoroso servidor, que prestava um excelente trabalho à rede, desde 2005 e destacou que a Prefeitura de Manaus, por meio da Semed e sua Divisão Distrital Zonal Rural (DDZ Rural), está prestando todo o apoio à família e também auxiliará no velório, após a liberação do corpo no Instituto Médico Legal (IML).
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