
Vários produtos estarão sendo comercializados no centro de compras sem a cobrança de impostos, com preços até 70% mais baratos. Foto: Divulgação
O Amazonas Shopping vai funcionar em horário especial, no Dia Livre de Impostos (DLI), nesta quinta-feira (30). O centro de compras estará aberto das 10h às 23h, para facilitar o acesso dos clientes que queiram aproveitar para fazer as compras nesse dia, em que vários produtos estarão sendo comercializados sem a cobrança de tributos, com preços até 70% mais baratos.
Mais de 100 lojas do Amazonas Shopping vão participar da campanha. Trata-se de um movimento nacional, coordenado, na capital amazonense, pela Câmara de Dirigentes Lojistas Jovens de Manaus (CDL Jovem). O objetivo, explica o gerente de Marketing do Amazonas Shopping, André Santi, é mostrar aos consumidores, na prática, a elevada carga tributária paga em cada produto e que acaba incidindo sobre os preços comercializados. A campanha também faz um alerta e é uma forma de protesto, segundo o diretor da CDL Jovem Manaus, Lucas Bezerra, com relação ao fato de que os impostos recolhidos não são investidos em serviços básicos para a população.
No Amazonas Shopping as lojas que aderiram à campanha são de vários segmentos, como roupas, calçados, cosméticos, eletrônicos e joalherias. Todas as lojas participantes da campanha estarão identificadas com cartazes na vitrine e cada uma delas disponibilizará, no mínimo, 05 produtos sem a cobrança de impostos, sendo a critério do lojista oferecer maior quantidade de itens. De acordo com Lucas Bezerra, a expectativa é que aproximadamente mais de 60 mil pessoas participem da ação, no Amazonas Shopping.
Lucas Bezerra explica que os lojistas não serão isentos da cobrança desses impostos, ou seja, terão que pagar o valor que será repassado como desconto aos consumidores. “A cobrança de tributos é essencial para manter o País e esse valor deve ser revertido para a sociedade, por meio de serviços em educação, saúde, saneamento, segurança, dentre outros previstos na Constituição Federal. Portanto, nosso protesto não é pela cobrança, mas pela alta carga tributária, assim como pela destinação correta do uso dos impostos”, destaca.
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