
Se o segundo turno fosse hoje, Amazonino teria 42,9% dos votos, contra 27% de Eduardo, segundo pesquisa da IDP, realizada com 1.600 eleitores em Manaus e no interior. Foto: Divulgação
Se o segundo turno da eleição suplementar para governador do Amazonas fosse hoje, o candidato Amazonino Mendes (PDT), da coligação “Movimento pela reconstrução do Amazonas”, obteria 42,9% dos votos dos eleitores, contra 27% do candidato Eduardo Braga (PMDB) , da coligação “União pelo Amazonas”.
Os dados são da pesquisa realizada pelo Instituto Diário de Pesquisa (IDP). Haveria, ainda, 21,8% de votos em branco ou nulos e 8,3% de indecisos. Registrada na Justiça Eleitoral com o número AM-09298/2014, a pesquisa foi realizada nos dias 21, 22, 23 e 24 de agosto, envolvendo diversos bairros localizados nas 13 zonas eleitorais de Manaus e 12 zonas eleitorais do interior do Estado. Foram entrevistados 1.600 eleitores.
A margem de erro máxima é de 2,45% para mais ou para menos, com um intervalo de confiança a 95%, o que garante que se a pesquisa fosse feita 100 vezes, repetindo-se as mesmas condições, então, em aproximadamente 95 destas vezes, as proporções obtidas em cada resposta, com uma variação de 2,45% para mais ou para menos, estariam estimando o pensamento do Estado.
O levantamento foi domiciliar, sendo entrevistado um único eleitor por domicílio. Os domicílios foram escolhidos por meio de sorteio, tendo todos iguais chances de fazer parte da amostra.
Contabilizando apenas os votos válidos (não somam-se os nulos, brancos e indecisos), Amazonino obteria 61,4% da preferência do eleitorado amazonense, contra 38,6% de Braga. A pesquisa também perguntou aos eleitores se a opção dos votos é definitiva ou pode mudar. O resultado foi que, hoje, 79,1% disseram que a opção é definitiva e 16,7% que ainda pode mudar. Ainda há 4,2% de eleitores que ainda aparecem como indecisos se mudam ou não sua opção de voto.
Os eleitores do Amazonas voltam às urnas neste domingo, dia 27 de agosto. A eleição suplementar foi determinada pela Justiça Eleitoral, que cassou o mandato do ex-governador José Melo (PROS) por compra de votos e decidiu que a eleição do próximo governador deveria ser direta, com o voto dos 2,3 milhões de eleitores do Estado.

Quadro apresenta resultado da última pesquisa do instituto