
Flavia Cristina foi morta no beco Rio Branco, em Petrópolis, na madrugada desta sexta, com 4 tiros à queima-roupa. Em fevereiro deste ano ela havia sido esfaqueada 11 vezes e sobreviveu. Foto: Reprodução
Flávia Cristina Macedo Lima, 36, escapou da morte uma vez este ano, quando levou 11 facadas, mas não resistiu aos 4 tiros que levou na madrugada desta sexta-feira (21), em uma boca de fumo no beco Rio Branco, na comunidade São Sebastião, em Petrópolis, zona Sul.
Os tiros atingiram a boca e o abdômen da vítima, segundo registro da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), que investiga o caso. Familiares de Flávia, moradora de rua, reconheceram o corpo nesta sexta, no Instituto Médico Legal (IML).
Em fevereiro, ela havia sofrido uma tentativa de homicídio, quando foi ferida a facadas por um homem chamado de “Tio Sam” e sobreviveu após ficar internada no Pronto Socorro e Hospital 28 de Agosto.
Parentes contaram que ela era usuária de drogas há 20 anos e praticava furtos e prostituição. Para a DEHS, o crime pode ter sido motivado por vingança ou dívida de drogas.
O beco onde ocorreu o crime é conhecido como área vermelha, de tráfico de entorpecentes. Flávia deixou sete filhos órfãos e seria velada numa igreja no bairro de Petrópolis.
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