
O vice, Henrique Oliveira, e o governador José Melo enfrentam outro julgamento de processo no próximo dia 02. Foto: Arquivo
O processo que pede a cassação do mandato do governador José Melo (PROS), por uso de força policial em seu favor na campanha eleitoral de 2014, foi considerado improcedente pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE). O julgamento foi na manhã desta terça-feira (25/04).
Os membros da Corte seguiram o parecer da relatora, a juíza federal Marília Gurgel Rocha de Paiva e Sales, que considerou que a ação policial não influenciou no resultado do pleito.
A denúncia foi apresentada pela coligação ‘Renovação e Experiência’, que teve o senador Eduardo Braga (PMDB) como candidato ao governo do Estado. Nos autos do processo, o Ministério Público Eleitoral (MPE) diz que policiais militares, armados e sem mandado judicial, forçaram cabos eleitorais a suspender a distribuição de propaganda lícita de Braga, destruindo e apreendendo o material de campanha.
O advogado da coligação, Marco Aurélio Choy, disse que vai recorrer da decisão do TRE. Ele sustenta que a polícia militar foi usada para fins eleitorais em favor do governador e seu vice, Henrique Oliveira (SDD).
Outro processo
No dia 2 de maio, deve ser julgado outro processo contra o governador José Melo. Nesta terça-feira (25/04), o corregedor-geral, desembargador João de Jesus Abdala Simões, fez a leitura do relatório da Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) 2171-22.2014, que trata de abuso de poder econômico e político durante a campanha eleitoral de 2014.
Melo é acusado pela coligação ‘Renovação e Experiência’ de ter se favorecido de reunião com os gestores das escolas estaduais, realizada com o intuito de angariar votos para o candidato.
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