
O prefeito Bi Garcia, com o vice, Tony Medeiros, buscam recursos para a construção de muro de contenção em Parintins. Foto: Divulgação
Com o objetivo de buscar recursos para realizar investimentos no município, o prefeito Bi Garcia e o vice Tony Medeiros cumprem agenda em Manaus, onde buscam fortalecer parcerias para as ações.
Bi e Tony reuniram nesta terça-feira (17) com o presidente em exercício do Tribunal de Contas do Estado (TCE-AM), Érico Desterro, para tratar do processo seletivo.
Em seguida, estiveram na Receita Federal para tirar dúvidas sobre a certidão digital, para dar prosseguimento nas alterações cadastrais do município e resolver a emissão dos certificados digitais necessários para apresentação de qualquer declaração com assinatura digital.
Bi e Tony também reuniram com o senador Omar Aziz (PSD) e discutiram a emenda de bancada que define um custo da obra de quase R$ 50 milhões para o muro de contenção do município.
Nesta quarta-feira, (18/01) o prefeito participou do seminário no INSS para tratar da renegociação da dívida com a previdência e debateu sobre as emendas impositivas para Parintins, na Assembleia Legislativa do Estado.
Turismo
A Secretaria de Cultura e Turismo (Semctur) apresentou as ações que serão executadas durante a temporada de transatlânticos em Parintins, em reunião com os presidentes dos mini-bumbás Garantido e Caprichoso. Foi discutida a apresentação das agremiações.
De acordo com a coordenadora de Turismo, Karla Viana, a ideia inicial é formatar o novo produto turístico para o município. “Vamos melhorar o receptivo dos navios, principalmente nesse período que a cidade recebe essa demanda de transatlânticos, com uma mostra dos bois em miniatura”, disse Karla.
Venda de couro
O Matadouro Frigorífico Osório Melo vai colocar à venda quase nove mil unidades de couro, o que pode assegurar uma renda de cerca de R$ 420 mil.
O abate no matadouro de Parintins acontece três vezes por semana, segunda, quarta e sexta-feira, com capacidade de 90 até 108 animais por dia, uma média de 270 por semana, 1.100 por mês.
“Não temos mais onde armazenar esse couro porque a capacidade já extrapolou e o armazenamento está totalmente inadequado”, salientou o secretário de Produção Edy Albuquerque.
Ele explicou que a cotação do couro está hoje em R$ 55. De nove mil unidades haverá uma perda de 10% e uma sobra de oito mil e cem couros para serem vendidos, o que poderá gerar uma renda de até R$ 420 mil.
“Estamos dando publicidade à venda de couro e a quanto vamos arrecadar porque a caixa preta que existia no matadouro acabou”, disse o secretário.
O valor que será arrecadado na comercialização será investido em uma nova caldeira, na aquisição de equipamentos como pistola, peito de serra, na formação e capacitação da equipe, compra de Equipamentos de Proteção Individual (EPI), além de outros investimentos que foram negligenciados.
Para a comercialização do couro estocado, o matadouro está solicitando licenciamento do Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (IPAAM), tendo em vista o interesse de compradores de Manaus e do estado de Roraima.
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