
O superintendente da PF, Marcelo Rezende, com a reitora da UFAM, Márcia Perales, e a diretora da Compec, Ana Galotta. Foto: Divulgação.
A Polícia Federal disse que irá priorizar as investigações sobre o suposto vazamento de questões de provas do Processo Seletivo Contínuo 2016, da Universidade Federal do Amazonas (UFAM), que levou à suspensão do exame que teria as provas aplicadas no último domingo (29/11) em todos os municípios do Estado do Amazonas. A data do novo exame ainda não foi anunciada pela UFAM.
Na tarde desta segunda-feira (30/11), a reitora da Ufam, professora Márcia Perales, acompanhada da diretora-presidente da Comissão Permanente de Concursos (Compec), professora Ana Galotta, e do Procurador-chefe junto à Fundação Universidade do Amazonas, procurador André Cheik Bessa, compareceram à sede da PF para pedir agilidade nas investigações. Os gestores da Universidade foram recebidos pelo Superintendente Regional da Polícia Federal, delegado federal Marcelo Sálvio Rezende, e pelo delegado da área de combate a organizações criminosas, Franco Perazzoni.
Os delegados acusaram o recebimento do Pedido de investigação de possível crime, protocolado pela Universidade no início da tarde do último sábado (28) e explicaram como serão as etapas da investigação. “Sabemos da angústia da Universidade de identificar imediatamente os culpados. Vamos priorizar isso; destacaremos uma equipe pericial para analisar todos os malotes e deixar os gestores da UFAM atualizados quanto ao andamento das investigações, para que o mais breve possível os culpados sejam responsabilizados na esfera criminal”, declarou o superintendente da Polícia Federal.
A reitora agradeceu o empenho da Polícia Federal e ressaltou que a ação de alguns prejudicou a expectativa de milhares de estudantes que realizariam as provas no domingo, mas que a instituição está convicta de que, ao suspender as provas, assegurou a isonomia de condições aos candidatos e a lisura do certame. “A instituição agiu em tempo hábil e com justiça. Contamos com a Polícia Federal para identificar os culpados”.
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