Uma das vítimas do rompimento de uma adutora na Rua das Flores, bairro Compensa 2, zona oeste de Manaus, ganhou o direito a receber indenização por danos morais e materiais no valor de R$ 82 mil. A decisão saiu 10 meses após a Defensoria Pública do Estado do Amazonas (DPE-AM), por intermédio da Especializada em Atendimento ao Consumidor, dar entrada com ação na Justiça para requerer indenização pelos danos causados pelo rompimento da adutora.

Rompimento da adutora ocorreu em janeiro de 2013 e um grande volume de água tomou conta das ruas e casas do entorno. Fotos: Divulgação.

O defensor público Christiano Costa espera que até o final do ano as demais indenizações sejam concluídas.
A ação, ajuizada pela DPE-AM junto à 2ª Vara Cível, visa o pedido de indenização por danos morais e materiais a favor de 80 moradores que tiveram prejuízos gerados pelo rompimento da adutora e que não aceitaram o acordo proposto pela empresa concessionária de água da capital, Manaus Ambiental.
No caso em que já obteve êxito, o defensor público Christiano Costa ingressou com ação em favor do assistido G.G.S., que teve seu imóvel considerado inapropriado para moradia após o acidente, e alcançando indenização, acrescida de juros e correções. “A abordagem e a celeridade atribuídos ao atendimento, bem como o acompanhamento da ação e valor indenizatório obtido, sinalizam para a eficiência almejada pelos assistidos e que também é uma preocupação constante nossa”, observou o titular em Atendimento ao Consumidor.
A DPE-AM está fazendo o acompanhamento da evolução processual dos assistidos da ação e prevê que até o fim do ano as demais indenizações devam ser concluídas, uma vez que ainda dependem dos trâmites processuais na Justiça.
Adutora rompeu em 2015
A adutora da Manaus Ambiental localizada na Rua das Flores, bairro Compensa II, zona Oeste, rompeu na manhã do dia 15 de janeiro de 2013. O ponto de rompimento foi na parte de cima da rua e a água desceu em grande quantidade e velocidade, atingindo e causando alagamento em aproximadamente 100 casas do entorno. Em novembro de 2013, a Defensoria Pública assumiu o caso na Justiça em prol dos moradores e passou a acompanhar o progresso da ação.
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