O problema com a internet no Estado deve, de acordo com o candidato ao Governo do Estado, Marcelo Ramos, unir esforços sinérgicos do governo estadual, governo federal e iniciativa privada para ser solucionada. Ele disse isso, após Manaus sofrer um “apagão” nos serviços de internet, depois que um caminhão quebrar um cabo. “Isso que aconteceu é mais um absurdo”, constatou.
Segundo Ramos, a suspensão dos serviços de internet, não tem apenas consequências domésticas, mas também implicações graves na economia. “Onde já está implantada, por exemplo, a nota fiscal eletrônica, somente existem dois caminhos, que é não vender o produto/serviço ou sonegar imposto”, avaliou.
O Amazonas, de acordo com as informações do candidato, possui três entradas de internet: uma com cabo de fibra ótica da NET, na BR 319; outra da OI que passa pela BR 317 e a de maior capacidade, que está no “Linhão de Tucuruí”, que foi licitada para TIM. Ainda segundo ele, O cabo, que está no linhão, foi licitado pela TIM, mas a maior parte pertence a Telebrás. “O governo federal precisa entender que o Amazonas vive uma crise no setor de internet e tem que se colocar a disposição, se não sempre, mas quando um cabo romper”, sugeriu.
Ramos também informou que as empresas precisam ser forçadas pela Agência Nacional de Telecomunicação (ANATEL) a compartilharem suas estruturas e, lembrou que isso é uma determinação que está na Lei Geral de Telecomunicação, mas ANATEL não determina seu cumprimento. “O Cabo da operadora tem que ser redundância da outra, se um romper o outro precisa ser atendido pelo que está na linha”, explicou.
O socialista concluiu dizendo que os cabos de fibras ótica tem que ter o sinal rebaixados e também citou que existe um cabo no gasoduto Coari, mas que não aconteceu até hoje o seu rebaixamento. “Há solução para que essa crise possa ser resolvida. É por meio de um pacto entre governo estadual, federal e iniciativa privada. Basta boa vontade”, finalizou.
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