A Tradicional encerrou, este domingo (01/09), o Festival de Cirandas, trazendo para a arena da Parque do Ingá o mito do surgimento do rio Manacapuru. A história começa com o amor entre o índio Gavião e a índia Onça, que foram separados pelo deus Tupã, As lágrimas dos apaixonados, proibidos de viver o seu amor, correram sobre os barrancos e formaram as duas cabeceiras do rio Manacapuru.
Mantendo o foco na cultura manacapuruense, sua característica, a Tradiconal trouxe os personagens típicos das cirandas: Constancia, Seo Manelinho, Seo Honorato, Galo Bonito, Carão e Caçador e Mãe Benta.
Ao som da cirandada “Iapê”, o cordão de entrada deu um show. A apresentação foi dividida em três atos. O primeiro foi marcado pela entrada da cirandeira bela da Tradicional, Brígida Matos, trazida pelo Carão, pássaro lendário do rio Manacapuru.
O segundo ato mostrou as lendas e mitos do lago Caranã, afluente do Manacapuru, e teve como destaque a Lenda da piracema. O cordão de cirandeiros representava em suas cores os elementos e fenômenos naturais do rio Manacapuru, como banzeiro e rebojo.
No terceiro ato, a princesa cirandeira Alessana Mendonça se apresentou com muita simpatia e encanto. A porta cores Joelma Barroso entrou no lombo da alegoria “Matrinxã do Caranã”, junto com Seo Manelinho.
O cantador Bruno Souza interpretou a cirandada “Manacapuru, meu rio de emoções”.
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