O Garantido superou a primeira noite do Festival de Parintins e neste 29 de junho fez uma apresentação mais técnica e que empolgou a torcida. Não fez pot-pourri de toadas, um dos motivos que deixou a apresentação morna no dia anterior. Coreografia, cênica e alegorias também melhoraram.
O levantador de toadas, Sebastião Júnior, que no primeiro dia tentou tocar, dançar e cantar, na toada “Geração Garantido”, defendeu a antológica “Lamento de raça”, de Emerson Maia, sem firulas e concentrado apenas na interpretação. Saiu-se bem melhor.
A Batucada também melhorou. A galera acompanhou o repertório, formado por toadas consagradas, como “Vermelho”, “Boa noite povo amazonense” e “Coração de torcedor”.
A lenda do Curupira e o ritual Marupiara. ambos grandiosos, foram muito aplaudidos. O final, embora corrido porque os itens se empolgaram e demoraram demais no contato com a galera, ainda ocorreu três minutos antes do limite de duas horas e meia.
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