A Prefeitura de Manaus recebeu com surpresa, na manhã desta quarta-feira, dia 24, a manifestação dos professores, que alertavam para a data-base, e do movimento popular reivindicando moradias, em frente à sua sede, na Compensa, zona Oeste.
De acordo com o secretário de Governo, Humberto Michiles, o Município tem mantido o diálogo aberto com o Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado do Amazonas – Siteam.
Também já existem propostas concretas para construção de casas populares ainda para este primeiro ano de gestão, pelo programa da Caixa Econômica Federal “Minha Casa, Minha Vida”, Programa de Desenvolvimento Urbano e Inclusão Socioambiental de Manaus – Prourbis e outros programas da Seminf.
Sobre às reivindicações para construção de casas populares, o secretário de Governo disse que, na última terça-feira, dia 23, o prefeito Arthur Virgílio Neto esteve reunido com a Caixa Econômica Federal finalizando um acordo para construção de 5 mil residências pelo projeto “Minha Casa, Minha Vida”.
A manifestação aconteceu de maneira pacífica, seguindo da Prefeitura em direção à sede do Governo do Estado.
Aproximadamente, duzentas pessoas participaram do manifesto que faz parte de um movimento nacional para a melhoria na administração pública. Representantes do movimento protocolizaram uma pauta de reivindicações à Prefeitura.
Entre as principais reivindicações, o alerta para o cumprimento da data base da categoria dos professores prevista para o próximo dia primeiro de maio.
Um grupo de mulheres ligadas à ONG Centro de Referência de Apoio a Mulher – Cramer também participou do ato, solicitando a construção de casas para as pessoas desabrigadas e que vivem em área de risco.
Participaram do movimento: Associação de Professores de Manaus (Asprom), Movimento de Luta dos Professores de Manaus (MLPM), Central Sindical e Popular (CSP-Conlutas), Assembleia Nacional dos Estudantes Livres (Anel) e Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes Nacional).