26/JUL 2026
Jornalista responsável: Marcos Santos

Deputados decidem aumentar ticket alimentação dos funcionários e adiam decisão sobre voto secreto

Publicado em 09 de abril, 2013

A partir do dia 1º maio, os 849 servidores efetivos, sendo 647 ativos e 202 inativos, da Assembleia Legislativa do Amazonas (ALEAM) irão receber um acréscimo de R$ 100 no valor do ticket-alimentação, que passará de R$ 1 mil para R$ 1,100 mil. A decisão foi tomada na reunião administrativa dos deputados, nesta terça-feira (09.04), convocada pelo presidente Josué Neto (PSD) e da qual participaram 18 dos 24 parlamentares da Casa.

Segundo o presidente, o ticket já está congelado a cerca de três anos e por isso os deputados decidiram pedir à diretoria geral para analisar o aumento de 100 reais no beneficio. “No dia 1º de maio, dia do Trabalhador vamos anunciar o presente para todos os funcionários da casa”, reforçou Josué.

Durante a reunião, os deputados não conseguiram definir a respeito da extinção do voto secreto, concordaram com um “período experimental” para o ajuste do tempo dos pronunciamentos em plenário e a realização de sessões especiais nos dias de sessões ordinárias, e definiram para a próxima quinta-feira (11) a votação da terceira pauta extensa do esforço concentrado.

“Na questão do voto secreto, a maioria dos deputados entendeu que assim como aconteceu com a extinção do 14º e 15º salários, vamos esperar uma decisão da Câmara dos Deputados”, disse o presidente. De acordo com ele, os 18 deputados ficaram divididos “mais ou menos em três terços”, sendo um favorável à extinção total, outro querendo a extinção parcial e outro contra a extinção.

“Se dependesse da vontade de apenas uma pessoa, acho que todos já sabem qual a minha posição nessa questão”, disse, referindo-se ao fato de já ter se declarado favorável à extinção total. Quanto às sessões especiais nos dias de sessões plenárias, “nós vamos apresentar uma proposta aos colegas”, afirmou o presidente.

A proposta consiste em promover um ajuste dos pronunciamentos à norma do Regimento Interno da casa, de modo que o tempo previsto – de 9h às 10h o pequeno expediente; e de 10h às 11h o grande expediente – seja respeitado na íntegra, o terceiro tempo, de 11h às 12h ficaria para a ordem do dia ou sessão especial. “Este é o horário nobre da casa e pode ter um bom aproveitamento para as homenagens, ou para as votações de matérias”, disse Josué.

“É essa proposta que nós colocamos e eu pedi para fazermos um modelo para ser testado na semana que vem, já que nesta semana nós estamos com a agenda cheia”, informou o presidente. Nesta terça-feira mesmo ele viajou para Brasília para assistir à sessão do TSE na qual será apresentado o voto da ministra Nancy Andrighi à petição do Amazonas pelo aumento de vagas na Câmara Federal e, na quinta-feira (11), o plenário votará mais uma pauta extensa.

Antes de viajar, o presidente da ALEAM, que foi acompanhado do autor da proposta, deputado Belarmino Lins (PMDB) disse que está tranqüilo quanto à reivindicação do Amazonas, uma vez que não se trata de uma questão “só nossa”, uma vez que a revisão das cadeiras federais atinge todos os estados. Josué exemplificou que o Pará pode ser o estado mais beneficiado, “se o Amazonas ganhar uma cadeira a mais, o Pará vai ganhar quatro cadeiras”.

1Os 849 servidores efetivos, sendo 647 ativos e 202 inativos, da Assembleia Legislativa do Amazonas (ALEAM) irão receber a partir do dia 1º maio, um acréscimo de R$ 100 no valor do ticket-alimentação, que passará de R$ 1 mil para R$ 1,100 mil. A decisão foi tomada na reunião administrativa dos deputados, nesta terça-feira (9), convocada pelo presidente Josué Neto (PSD) e da qual participaram 18 dos 24 parlamentares da Casa.

Segundo o presidente, o ticket já está congelado a cerca de três anos e por isso os deputados decidiram pedir à diretoria geral para analisar o aumento de 100 reais no beneficio. “No dia 1º de maio, dia do Trabalhador vamos anunciar o presente para todos os funcionários da casa”, reforçou Josué.

Durante a reunião, os deputados não conseguiram definir a respeito da extinção do voto secreto, concordaram com um “período experimental” para o ajuste do tempo dos pronunciamentos em plenário e a realização de sessões especiais nos dias de sessões ordinárias, e definiram para a próxima quinta-feira (11) a votação da terceira pauta extensa do esforço concentrado.

“Na questão do voto secreto, a maioria dos deputados entendeu que assim como aconteceu com a extinção do 14º e 15º salários, vamos esperar uma decisão da Câmara dos Deputados”, disse o presidente. De acordo com ele, os 18 deputados ficaram divididos “mais ou menos em três terços”, sendo um favorável à extinção total, outro querendo a extinção parcial e outro contra a extinção.

“Se dependesse da vontade de apenas uma pessoa, acho que todos já sabem qual a minha posição nessa questão”, disse, referindo-se ao fato de já ter se declarado favorável à extinção total. Quanto às sessões especiais nos dias de sessões plenárias, “nós vamos apresentar uma proposta aos colegas”, afirmou o presidente.

A proposta consiste em promover um ajuste dos pronunciamentos à norma do Regimento Interno da casa, de modo que o tempo previsto – de 9h às 10h o pequeno expediente; e de 10h às 11h o grande expediente – seja respeitado na íntegra, o terceiro tempo, de 11h às 12h ficaria para a ordem do dia ou sessão especial. “Este é o horário nobre da casa e pode ter um bom aproveitamento para as homenagens, ou para as votações de matérias”, disse Josué.

“É essa proposta que nós colocamos e eu pedi para fazermos um modelo para ser testado na semana que vem, já que nesta semana nós estamos com a agenda cheia”, informou o presidente. Nesta terça-feira mesmo ele viajou para Brasília para assistir à sessão do TSE na qual será apresentado o voto da ministra Nancy Andrighi à petição do Amazonas pelo aumento de vagas na Câmara Federal e, na quinta-feira (11), o plenário votará mais uma pauta extensa.

Antes de viajar, o presidente da ALEAM, que foi acompanhado do autor da proposta, deputado Belarmino Lins (PMDB) disse que está tranqüilo quanto à reivindicação do Amazonas, uma vez que não se trata de uma questão “só nossa”, uma vez que a revisão das cadeiras federais atinge todos os estados. Josué exemplificou que o Pará pode ser o estado mais beneficiado, “se o Amazonas ganhar uma cadeira a mais, o Pará vai ganhar quatro cadeiras”.

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