O projeto “Defensores Comunitários”, da Prefeitura de Manaus, formou nesta quarta-feira (13) mais uma turma. Desta vez a comunidade beneficiada foi a do Nova Floresta, na zona Leste, que passa a contar com o apoio de um grupo de 51 jovens de 12 a 17 anos da Escola Municipal Madre Tereza de Calcutá, capacitados para atuar em casos de emergências e tragédias.
Participaram da cerimônia de formatura representantes da Defesa Civil municipal, Secretaria Municipal de Educação (Semed), além de parceiros como o projeto Alfa, dos formandos de Medicina da Universidade do Amazonas (Ufam) e representantes do grupo de volunários Suçuarana.
Durante cinco sábados, os alunos receberm noções de primeiros socorros, prevenção e cidadania com as equipes de instituições como Bombeiros, Grupo Suçuarana e Águas do Amazonas (agora Manaus Ambiental). “Cada garoto é um representante da Defesa Civil, que vai nos ajudar a identificar as áreas de risco e multiplicar as nossas orientações. Eles sabem exatamente o que fazer e podem ligar para 199, para que nossas equipes possam monitorar e agir”, comentou o Coronel Ary Renato, subsecretário de Defesa Civil. “Nossa projeção é formar 400 defensores comunitários, mas tudo depende de parcerias”, disse.
Além do Nova Floresta, o projeto já beneficiou os bairros Grande Vitória, Fazendinha e Jorge Teixeira. Segundo o secretário municipal de Educação, Mauro Lippi, no segundo semestre, o “Defensores da Comunidade” será expandido para outras áreas da cidade, principalmente locais onde a infraestrutura seja deficitária. “A ação envolve as crianças da escola, que aprendem a função da Defesa Civil. Eles levam informações que podem minimizar os efeitos de catástrofes da natureza”, destacou o secretário. “A partir dos resultados obtidos, vamos fazer a abrangência para outros pontos”, concluiu.
Para Renata Morais, diretora da Escola Madre Tereza de Calcutá, a formatura dos alunos representa mais um passo rumo ao projeto de cidadania desenvolvido pelos professores. “Nossa proposta é estimular nos jovens a consciência ambiental e de cidadania”, explicou Renata. “Uma ação importante para organizar nossa comunidade”, destacou a diretora.
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