30/JUL 2026
Jornalista responsável: Marcos Santos

Péssimo atendimento na Unimed

Publicado em 04 de junho, 2012

Prezados senhores,

Reporto-me a este veiculo de comunicação para relatar o péssimo atendimento da unidade da Unimed no Campus da Nilton Lins.

Ao levar minha filha para o atendimento neste hospital, não imaginavámos que iríamos enfrentar uma maratona de inpaciência e indignação nas quase sete horas que lá estivemos para tratar de uma indigestão estomacal.

Ao chegarmos às 11:30h na unidade médica tivemos uma boa recepção por parte das enfermeiras da triagem, que aliás são as únicas que recebem a carga das reclamações e ofensas, o que acaba atrapalhando o seu tarbalho. Mas ao adentrar o consultório para a análise médica é que tivemos que enfrentar o mau atendimento da médica, que sequer olhou no rosto da acompanhante e da paciente e de forma rápida os lhe liberou.

Passado a primeira consulta, tivemos que esperar por mais de duas horas para fazer o retorno ao consultório médico, que para nossa infelicidade era o momento de troca de turno, por isso a grande e absurda demora para sermos atendido novamnete. Depois da longa espera pela segunda consulta, fomos encaminhado ao setor de ultrasonografia. Mais uma vez tivemos que esperar por três horas para aguardar a chegada do profissional médico da ultrassonografia. Saimos do hospital já vendo a noite chegar e levando uma péssima imagem desta unidade saúde.

Toda essa espera também prejudicou diversas pessoas que procuraram os serviços da Unimed, pois o hospital estava lotado e com pessoas demonstrando sua indignação, mas sem ter para quem reclamar. Uma verdadeira falta de respeito com os usuários deste hospital, ao qual tive que registrar uma reclamação no setor de assistência social solicitando o cumprimento de horários dos médicos e o respeito aos pacientes.

Outro fato curioso que chamou nossa atenção foi a falta de atenção e auxílio médico dispensada a família do procurador do Ministerio Público Estadual, João Bosco Sá Valente, que lá estava internado cuja família agonizava nos corredores do hospital solicitando atenção médica ao paciente que estava em estado grave e necessitando de intervenção em seu estado crítico de saúde. Após os filhos do procurador gritarem pedindo por ajuda e que com minha intervenção fomos a diretoria para reclamar do atendimento e da falta de atenção ao paciente. Só assim é que o hospital resolveu agir. Segundo os filhos, eles estavam lá desde o meio-dia esperando por atendimento do pai.

Conclusão: se uma autoridade já passa por vexames e desreipeitos desta ordem, imagine o descaso com os humildes usuários da cooperativa médica que buscam estes serviços diariamente.

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