A Campanha do Desarmamento Infantil “Violência Nem Brincando” será aberta nesta terça-feira (04), a partir das 8h, na Escola de Tempo Integral Rafael Henrique, na rua Santa Marta s/nº, comunidade Jesus Me Deu, no bairro Santa Etelvina, zona Norte de Manaus. Este ano a ação vai envolver 46,8 mil alunos do Ensino Fundamental, de 6 a 12 anos, de 113 escolas estaduais.
A secretária de Estado da Assistência Social e Cidadania, Regina Fernandes, disse que a orientação do governador Omar Aziz e da primeira dama, Nejmi Aziz é promover uma cultura de paz entre os alunos nas escolas, reforçando o papel da criança na sociedade, que é brincar e estudar. A campanha encerra no dia 1º de novembro na Escola de Tempo Integral Garcitylzo Silva, na rua Deosmarina s/nº, Parque Riachuelo, bairro Tarumã, zona Centro-Oeste.
Coordenado pelo projeto Ame a Vida, a campanha consiste na troca de armas de brinquedos, e CDs de filmes violentos, por materiais educativos, como livros infantis, gibis e brindes surpresa. No ano passado, o movimento arrecadou mais de 5,9 mil unidades de revólveres, facas, espadas de plásticos, que foram destruídas por rolo compressor no pátio da Escola Estadual Tomé Medeiros Raposo, no conjunto Hiélia, bairro Planalto, zona Centro-Oeste.
De acordo com a coordenadora do Ame a Vida e psicóloga Maricília Costa, este ano, a meta é arrecadar mais de 20 mil armas de brinquedo. “Nesta terça, teremos a primeira troca simbólica”, disse. Ela informou que a troca pode ser feita nas 113 escolas estaduais, que vão servir de postos de arrecadação. “Além da troca, teremos o Concurso de Desenho com alunos do 1º e 2º ano e o Concurso de Redação com estudantes do 3º ao 5º ano”, disse.
Maricília disse que a Campanha do Desarmamento tem caráter educativo e de prevenção a violência, principal aos pais e responsáveis de alunos. “Estamos no mês das crianças e, em muitos casos, os pais costumam comprar réplicas de armas de brinquedos para dar aos filhos. A nossa ação quer incentivar os pais a comprar presentes educativos para seus filhos e não materiais, que incitam a violência. Para isso contamos com a ajudar de todos”, disse.
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