O Tribunal Regional do Trabalho da 11ª Região (Amazonas e Roraima) foi agraciado com o o Prêmio Excelência, entregue pelo Conselho Superior da Justiça do Trabalho e pelo Tribunal Superior do Trabalho, obtendo o 1º lugar na categoria Performance Jurisdicional de 1º Grau e o 3º lugar na categoria Perfomance em Execução. A desembargadora Francisca Rita Alencar Albuquerque recebeu o prêmio das mãos do ministro João Oreste Dalazen, presidente do TST e do CSJT, durante a abertura do 1º Workshop de Estatística e Execução Estratégica da Justiça do Trabalho, em Brasília.
O Prêmio Excelência na categoria Perfomance Jurisdicional de 1º Grau teve como critério de avaliação a quantidade de processos solucionados somente em 1º Grau nas fases de conhecimento e execução, por força de trabalho (servidores e magistrados). O TRT da 11ª Região conquistou o prêmio por ter solucionado 202,9 processos. Já o prêmio Performance em Execução foi concedido de acordo com a quantidade de execuções encerradas por número de magistrados e servidores de 1º Grau, com o TRT do Amazonas e Roraima se destacando em 3º lugar com 50,6 execuções finalizadas.
O Prêmio Excelência teve como objetivo reconhecer o trabalho dos órgãos da Justiça do Trabalho que mais se destacaram no ano de 2010, com base em dados estatísticos referentes à movimentação processual na JT no ano passado.
Combrascom
A presidente do Tribunal Regional do Trabalho da 11ª Região, desembargadora Valdenyra Farias Thomé está no Rio de Janeiro, onde participa do VII Conbrascom – Congresso Brasileiro de Comunicação da Justiça, que este ano tem por objetivo debater os “Direitos Fundamentais da Comunicação”. Através de seus debates, paineis e conferências, o evento estimula o desenvolvimento de uma política de comunicação voltada para esclarecer o cidadão, contribuindo para a democratização das instituições e o acesso à Justiça.
O VII Congresso Brasileiro dos Assessores de Comunicação da Justiça – Conbrascom 2011 – foi aberto pela corregedora nacional da Justiça,ministra Eliana Calmon. A magistrada destacou a mudança da postura dos integrantes do Poder Judiciário antes e depois da Constituição Federal de 1988. “Antes o juiz tinha a imagem de que não precisava dar satisfação de seu trabalho à sociedade. Mas com a Constituição surgiu uma nova ideia de valor social e a visibilidade do Poder Judiciário como um instrumento para a efetivação de políticas públicas”,disse.
Em razão dessa mudança, Eliana Calmon ressaltou o trabalho das assessorias de imprensa dos órgãos de Justiça na publicidade de seus atos. “É importante abrir as informações do Judiciário brasileiro para merecer a credibilidade do cidadão. E isso jamais seria possível se não fosse a comunicação social”.
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