Foi-se por águas abaixo (graças à ação da Antaq) a possibilidade de construção de um camelódromo, de imediato, no porto de Manaus. Os ambulantes até haviam decidido que topavam ir para lá. Afinal, se pagam pelas bancas para os tubarões do comércio informal por que não pagar para uma empresa formalmente estabelecida?
O presidente do Implurb, Manoel Ribeiro, acusou o golpe e confessa que não tem um Plano B para o caso.
O que não pode é cruzar os braços numa de “não tenho condições para fazer tudo o que devo, então vou fechar os olhos até para o que posso”.
Bem nas barbas da Prefeitura, na movimentadíssima rua Barroso, no Centro, da esquina da Sete de Setembro em diante, nasceu um ‘kombódromo’.
Sem pudor, impedimento ou fiscalização, donos de Kombis estão ocupando o espaço destinado a estacionamento. Vendem de tudo. Da agulha ao foguete; do pão ao filé.
Bagunçou geral. Enquanto não retira todos, a Prefeitura precisa começar a não deixar entrar mais ninguém.
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