Ainda existe, dormindo em berço esplêndido no peito de todos nós, uma coisa chamada espírito público. É ele que nos move para, todos os dias, construir pequenos gestos contributivos da organização da vida em grupo, desde estacionar na vaga certa até evitar sujar a rua ou infringir as regras de trânsito. As pesquisas eleitorais, divulgadas até agora, mostram que, de Senador para baixo, as coisas estão indefinidas.
Os números trazem um convite: muna-se do melhor espírito público, mire no candidato que trabalhou para merecer seu voto, não mudou convicções, não traiu princípios e vai representá-lo (a) com altivez e competência.
Só não vale omissão. Aí é entregar o ouro, isto é, o erário, o dinheiro público, para quem não merece e não está nem aí para merecer.
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