
Sigla busca ampliar atuação política, atrair novos filiados e atualizar sua agenda programática após homologação do TSE. (Foto: Divulgação)
O Partido da Mulher Brasileira (PMB) anunciou nesta terça-feira (2/12) a mudança de nome para Democrata, marcando um reposicionamento institucional e a ampliação do foco político da sigla. A alteração foi conduzida pela presidente nacional, Suêd Haidar Nogueira, e aprovada em convenção, com posterior homologação pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
A mudança busca reduzir interpretações limitadas sobre o nome anterior e facilitar a chegada de novos filiados, especialmente diante da intenção do partido de lançar candidatos competitivos a deputado federal em diversos estados nas eleições de 2026. Segundo a direção, o objetivo é ampliar a representatividade e modernizar a atuação partidária.
Única mulher a fundar um partido político no país, Suêd afirmou que a participação feminina segue como pauta relevante, mas agora integrada a uma agenda mais ampla. “Nossa bandeira sempre foi a participação feminina, e agora ela se estende a todos que querem contribuir com o país”, disse.
A legenda destaca que a nova fase incluirá atualizações programáticas e reorganização interna. O Democrata se apresenta como um partido voltado ao diálogo e a temas como saúde, educação, gestão pública e inclusão social.
Em comunicado, Suêd afirmou que a defesa dos direitos das mulheres permanecerá na agenda, mas reforçou que a sigla pretende se abrir a todos os grupos interessados em participar da vida política. O partido também afirma buscar uma identidade alinhada às demandas atuais, mantendo compromisso com princípios democráticos, participação cidadã e pluralidade.
Para a direção, o novo nome pretende refletir uma atuação mais abrangente, representando homens e mulheres de diferentes perfis que queiram se engajar em propostas de fortalecimento da democracia no Brasil.