Em depoimento prestado no 1º Distrito Integrado de Polícia (1º DIP), na segunda-feira (09/05), o PM Marcos Assis apresentou sua versão do ocorrido em uma sala de audiência no Fórum Ministro Henock Reis, envolvendo a juíza Margareth Rose Hoagen. Ele não confirmou que chegou a destravar sua arma e ameaçar a magistrada.
O PM conta que chegou no fórum escoltando um interno preso e que teve que usar o aparelho celular para responder a uma mensagem de sua esposa. Nesse momento, a juíza Margareth Hoagen solicitou, educadamente, que guardasse o celular, o que ele afirma ter feito.
Depois, a pedido da magistrada, ele saiu escoltando o interno e depois foi chamado para a sala novamente, onde a juíza solicitou que retirasse a algema do interno, o que ele fez. No final da audiência, ela pediu para ele colocar as algemas no preso e, nesse momento, a magistrada chamou sua atenção dizendo para prestar mais atenção na segurança pois já tinha feito uma reclamação sobre outro policial. O PM disse que pediu licença para responder e que falou que não estava desatento ao serviço.
Segundo ele, após sua resposta, a magistrada alterou o tom de voz, dizendo “quem manda na minha sala sou eu” e afirmando que iria representar contra ele.
O PM disse que pediu para a magistrada se acalmar, o que a deixou ainda mais transtornada. Em seguida, a juíza saiu da sala e ele contou que também se retirou escoltando o interno.
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