17/JUN 2026
Jornalista responsável: Marcos Santos

Polícia Federal e BID unem forças contra crime organizado

Publicado em 04 de setembro, 2024

Polícia Federal e BID unem forças contra crime organizado

Instituições firmaram memorando de entendimento para fortalecer ações de segurança na Amazônia (Foto: Divulgação)

A Polícia Federal (PF) e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) firmaram, nesta terça-feira (3/9), memorando de entendimento com foco em implementar ações de segurança e policiamento no combate ao crime organizado e aos delitos ambientais na Bacia Amazônica.

O memorando de entendimento foi assinado pelo diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, e pelo representante do BID no Brasil, Morgan Doyle, durante a XIV Cúpula Ordinária da Ameripol em Foz do Iguaçu (PR).

Em discurso, o diretor-geral da Polícia Federal, ressaltou como as cooperações estão alavancando um processo de transformação, estabelecendo um centro de integração e colaboração entre as polícias da América. “O apoio do BID tem sido decisivo para impulsionar iniciativas da Polícia Federal, como o programa Ouro Alvo e outros projetos junto ao Ministério da Justiça, e alavancar a integração econômica e o desenvolvimento”, afirmou Andrei Rodrigues.

“Com a parceria, é possível ampliar o alcance de nossos projetos e levá-los a outros países. É crucial pensarmos no conjunto, no bioma como um todo, e em ações integradas para a melhoria da segurança na região”, completou o diretor-geral da PF.

O acordo prevê a implementação de tecnologias para resolução de crimes, apoio na implantação de sistemas de inteligência policial, treinamento em metodologias inovadoras, desenvolvimento de projetos-piloto, e assistência técnica para a gestão de bancos de dados forenses e operações policiais.

As áreas de intercâmbio incluem aprimoramento da governança, gestão e planejamento, além do intercâmbio de dados entre polícias do Brasil, América Latina e Caribe.

A PF compartilhará conhecimentos e soluções operacionais inovadoras para prevenir atividades criminosas de modo inteligente, incluindo o programa Brasil MAIS – que usa monitoramento via satélite – e o programa Ouro Alvo, que permite rastreamento da origem do mineral com análise isotópica.

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