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O bailarino e coreógrafo Bruno Sousa, da Instituição Cultural Arte Sem Fronteiras, realizará a oficina de dança “Entre o rio e a floresta”, nos dias 8 e 9 de junho, na sede da companhia, localizada na rua Vila Betel, Centro de Manaus. As inscrições são gratuitas e a proposta das aulas é unir a dança contemporânea e o universo amazônico criando movimentos a partir do estímulo das texturas, paisagens e sensações proporcionadas pela floresta.
De acordo com a programação do projeto, no dia 8 de junho, a oficina será realizada das 16h às 18h, e no dia 9, vai acontecer das 14h às 16h.
A oficina “Entre o rio e a floresta” é uma realização da Lei Paulo Gustavo, do Governo Federal, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Amazonas (SEC) e tem apoio da Instituição Cultural e Educacional Arte Sem Fronteiras.
Segundo Bruno Sousa, a ideia da oficina é fortalecer a ligação entre a dança, a música e os saberes amazônicos.
“A vivência exalta a importância da relação homem e natureza para gerar comunicação, percepção e reflexão aos participantes. Nessa perspectiva, a oficina se faz ainda mais necessária, pois existe a carência da presença de trabalhos artísticos que mergulham no universo amazônico”, destaca.
A oficina terá a participação do coreógrafo Wilson Júnior, fundador do Arte Sem Fronteiras, que já atua com pesquisas relacionadas ao universo amazônico, e hoje circula no Brasil realizando o projeto Boi de Quilombo, que une a dança do boi-bumbá de Parintins com a dança afro-brasileira.
“O projeto contribuirá para um amplo leque de possibilidades de aprendizagem e valorização dos saberes amazônicos. Esse é o encontro de caminhos para o impulso, do movimento fluído do corpo”, conclui Wilson.
Natural de Manaus, Bruno Sousa iniciou sua trajetória na dança ainda criança. Em 2019, entrou para a Instituição Cultural Arte Sem Fronteiras como bailarino e, aos poucos, tornou-se professor e coreógrafo.
Ao longo da carreira, Bruno coleciona participação em vários eventos, entre eles, o Festival de Dança de Joinville (SC), o Festival Folclórico de Parintins, pelos bois Caprichoso e Garantido, e shows ao lado de artistas como James Rios, Zezinho Corrêa e Marcia Siqueira.
Em 2020, Bruno Sousa conquistou o segundo lugar na categoria Danças Populares no Festival de Dança de Joinville (SC) e foi o proponente de outro projeto aprovado pelo prêmio Zezinho Corrêa da Prefeitura de Manaus, intitulado “Entre a Ponta e o Calcanhar”.