03/JUN 2026
Jornalista responsável: Marcos Santos

Projeto realiza oficinas gratuitas em prol da conservação do Parque Sumaúma

Publicado em 21 de agosto, 2023

Projeto realiza oficinas gratuitas em prol da conservação do Parque Sumaúma

Foto: Divulgação

Nesta quarta e quinta-feira, dias 23 e 24 de agosto, das 9h às 10h, acontecerão as oficinas sobre Plantas Alimentícias Não Convencionais (PANCs) e como aproveitá-las e sobre compostagem doméstica a partir de sobras de alimentos, respectivamente, no Centro Estadual de Convivência da Família Pe. Pedro Vignolia, situado no bairro Cidade Nova. Não precisa fazer inscrição para participar e as atividades são gratuitas.

As ações fazem parte do projeto “Reconectar e Conservar”, que tem a missão de sensibilizar a população e fortalecer a rede de conservação em prol do Parque Estadual Sumaúma e dos remanescentes florestais urbanos, localizado na Avenida Bacuri, s/n, no bairro Cidade Nova, na Zona Norte da cidade.

O Reconectar e Conservar é desenvolvido pelo Instituto Sumaúma, com apoio do Banco da Amazônia (BASA) e do Governo Federal. Iniciado em abril deste ano, o projeto tem desenvolvido uma série de atividades socioambientais no Parque Sumaúma e no seu entorno. A abordagem inclui a realização de oficinas, palestras e apresentações gratuitas em colégios e comunidades.

Ao longo de quatro meses, o projeto já marcou presença em quatro escolas e oito comunidades, impactando mais de 570 pessoas, conforme explica Antônio Augusto de Oliveira Leite, diretor presidente do Instituto Sumaúma.
“O propósito [do projeto] é sensibilizar as pessoas em relação à existência do Parque Sumaúma e sua importância no ecossistema local, especialmente na conservação de espécies amazônicas. Nas escolas e comunidades, levamos temas que dizem respeito à conexão das pessoas com a natureza, a coleta seletiva de resíduos sólidos e plantas alimentícias não convencionais (PANCs), por exemplo”, destaca.

Segundo ele, para o público infantil, a equipe utiliza o teatro de fantoches e a encenação de lendas da mitologia amazônica para abordar esses assuntos. “Também atuamos com pessoas da terceira idade, pois entendemos que a comunidade 100% envolvida só tem a colaborar na valorização e proteção dos remanescentes florestais urbanos”, comenta.

Criado em 2003, o Parque Estadual Sumaúma é a primeira Unidade de Conservação (UC) situada na capital amazonense. Cobrindo uma área de 52,8 hectares (ha), o local guarda importantes espécies nativas da flora amazônica. Além disso, o Parque é uma das poucas áreas de floresta nativa preservadas na cidade, o que reforça a importância do projeto.

“Estamos com agenda aberta para organizações, empresas, colégios e comunidades que desejem receber o projeto. Até o fim de setembro, pretendemos alcançar duas mil pessoas, impactando-as para a percepção da natureza e dos espaços verdes que as cercam e sua importância”, declara o diretor presidente.

Sobre o Instituto Sumaúma

O Instituto Sumaúma é uma organização da sociedade civil, com responsabilidade jurídica de direito privado, sem fins econômicos, com prazo de duração indeterminado, voltado para o desenvolvimento de atividades de interesse público e relevância socioeducacional, ambiental e cultural, fundamentado na defesa, preservação e conservação do meio ambiente e promoção do desenvolvimento sustentável, na busca pela solidariedade, no bem estar e melhoria contínua da qualidade de vida dos indivíduos.

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