25/JUN 2026
Jornalista responsável: Marcos Santos

Defensoria apresenta à Aleam ações para melhoria dos serviços bancários no interior do Amazonas

Publicado em 11 de maio, 2023

Defensoria apresenta à Aleam ações para melhoria dos serviços bancários no interior do Amazonas

Ações apresentadas devem ajudar o público mais vulnerável

Em reunião na sede da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), nesta terça-feira (9), o Polo do Médio Solimões da Defensoria Pública do Estado do Amazonas (DPE-AM) apresentou para a Comissão de Defesa do Consumidor (CDC) as ações desenvolvidas pelo Polo para melhorias nos serviços bancários nos municípios de Tefé e Uarini.

Na ocasião, o defensor público Gustavo Cardoso, a convite do deputado Mário César filho, presidente da Comissão, esteve presente e afirmou que essas ações auxiliam no enfrentamento dos problemas que cercam a população, principalmente a mais vulnerável.

“A iniciativa da Presidência da Comissão de Direito do Consumidor da Aleam traz um olhar necessário para as demandas da coletividade consumidora do interior. Na reunião, houve a oportunidade de intercâmbio de pleitos da população, especialmente, em relação às demandas individuais e coletivas referentes à prestação de serviços bancários nos municípios de Tefé e de Uarini que já contam com ações ajuizadas por esta Defensoria Pública”, afirmou Gustavo.

Ações do Polo

Em dezembro de 2022, o Polo do Médio Solimões ingressou com uma Ação Civil Púbica (ACP) e obteve decisão judicial que obrigava o Banco Bradesco a restabelecer a disponibilidade de dinheiro e material de impressão de extrato nos caixas eletrônicos da agência do município de Uarini, no prazo de 48 horas. Na ACP, a Defensoria pediu ainda que o banco Bradesco fosse condenado a pagar indenização no valor de R$ 1 milhão, pelo dano moral coletivo praticado contra os consumidores do município de Uarini.

Outras duas ACPs foram protocoladas, em abril deste ano, também contra o banco Bradesco, por cobranças abusivas de cestas tarifárias nos municípios de Tefé e Uarini, após o Polo notar uma alta procura, principalmente de pessoas com pouca instrução (analfabetas e semianalfabetas) e pessoas idosas, para denunciar os casos.

Na ação, os defensores Gustavo Cardoso e Ana Sofia sustentam que o Bradesco deve ser responsabilizado pela ausência de transparência e pelos danos causados aos consumidores, e solicitam que a instituição suspenda as cobranças abusivas, além de disponibilizar as informações sobre os seus produtos e serviços de forma clara, coesa e de fácil compreensão para os seus clientes. A Defensoria solicitou também que a empresa seja condenada a pagar, nos dois casos, R$ 14,5 milhões a título de compensação por dados morais.

Veja mais notícias em Geral

RELACIONADAS

Portal do Marcos Santos
Privacy Overview

This website uses cookies so that we can provide you with the best user experience possible. Cookie information is stored in your browser and performs functions such as recognising you when you return to our website and helping our team to understand which sections of the website you find most interesting and useful.