O presidente da Câmara Municipal de Manaus, Bosco Saraiva (PSDB), criticou hoje (08/01) os rumos que o Programa Social e Ambiental dos Igarapés de Manaus (Prosamim) tomou, após a saída dele da Secretaria Estadual de Infraestrutura (Seinfra). “Ainda guardo em casa o protocolo da audiência em que fui negociar US$ 500 milhões no BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento)”, disse, acrescentando que a cidade “precisa agora cuidar das águas (dos igarapés), que era o objetivo do Prosamim e foi desviado”, afirma.
A crítica de Bosco Saraiva é a mesma de vários opositores do senador Eduardo Braga, que era governador quando o Prosamim foi iniciado, pelo programa ter se preocupado apenas com a retirada das palafitas e ter mantido os igarapés como esgotos.
Bosco Saraiva, falando ao programa Manhã de Notícias, disse que o principal desafio da diretoria da Câmara de Manaus, em 2014, é não cancelar nenhuma reunião, apesar da eleição para deputado estadual, deputado federal, senador, governador e presidente da República. Ele falou sobre a pauta diversificada que a casa recebeu e até sobre samba, como um dos fundadores da Escola de Samba Reino Unido da Liberdade, agora dirigida pela oposição ao grupo dele.
Ouça, abaixo, a íntegra da entrevista do presidente da Câmara Municipal de Manaus:
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