10/JUN 2026
Jornalista responsável: Marcos Santos

Startups ganhadoras do Hackaton Bio Amazônia participam de mentoria

Publicado em 20 de janeiro, 2023

Startups ganhadoras do Hackaton Bio Amazônia participam de mentoria

Startups Camapu e Logamz apresentaram soluções inovadoras para o fortalecimento de cadeias produtivas amazônicas.
Foto: Roberto Carlos/Secom

Startups do Amazonas apresentaram os resultados dos projetos que ganharam a primeira edição do Hackaton Bio Amazônia, nesta quinta-feira (19/1). O evento “Demoday”, promovido pelo governo do Estado, reuniu parceiros e investidores, na sede da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação (Sedecti), na Cachoeirinha, zona Sul de Manaus.

Em parceria com Instituto Visão Amazônica, o evento trouxe o balanço das atividades do Hackaton, realizado no ano passado, e as apresentações das startups Camapu e Logamz.

A Camapu apresentou um modelo de negócio para promover a qualificação de empreendedores do interior do Amazonas, enquanto a Logamz desenvolveu uma plataforma de comércio e logística, que liga pequenos produtores do interior aos restaurantes.

De acordo com o secretário Executivo de Ciência, Tecnologia e Inovação da Sedecti, Jeibi Costa, a iniciativa promove o relacionamento das startups que recebem mentoria do órgão, com parceiros e investidores como o diretor da Osten Moove e avaliador da Shark Tank, Fabiano Nagamatsu.

“Estamos caminhando juntos com as startups, buscando promover o desenvolvimento do estado como um todo. Contando com parceiros de incubadoras e aceleradoras de projetos das startups, com o objetivo de analisar viabilidade de execução”, destacou Jeibi.

Projetos

A primeira edição do Hackathon Bio Amazônia ocorreu em 2022, com o tema a Bioeconomia, direcionado ao desenvolvimento de soluções inovadoras para o fortalecimento de cadeias produtivas amazônicas. Desde então, as vencedoras são acompanhadas pela Gerência de Tecnologia e Inovação da Sedecti.

A Camapu é uma startup de capacitação de comunidades amazônicas. Conforme a coordenadora de Comunicação e Pesquisa, Geisiane Lima, o projeto “Amaçú”, de formação técnica, tem a proposta de ofertar cursos em módulos, com o objetivo de promover a durabilidade das atividades econômicas e a diversificação dos modelos de geração de renda, com a criação de novos mercados nas comunidades ribeirinhas.

“Trabalhamos levando em consideração o valor das pessoas amazônidas, respeitando seus saberes e fazendo com que a economia desses locais, cresça”, pontuou Lima.

A Logamz, por sua vez, é uma startup que surgiu para resolver um problema específico de logística na região amazônica. Atualmente, trabalha na intermediação da venda da matéria-prima para restaurantes, empresas em busca de matéria-prima, bares e mercados da cidade.

“O objetivo é conectar fornecedores, cooperativas e produtores da cidade/interior de forma mais simples, segura e tendo a rapidez como principal desafio e a qualidade como principal referência”, completou o gerente comercial da startup, Felipe Valentim.

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