Os policiais do Grupo Fera Melkezedeque Galvão, Natan Alves, Hemetério Pirani e Lucas Mendes, além do delegado de Presidente Figueiredo, Fábio Martins, cancelaram a entrevista coletiva que concederiam na manhã desta quarta-feira, na sede do Sindicato dos Funcionários da Polícia Civil do Amazonas (Sinpol-AM), temendo as ameaças de morte que receberam em telefonemas anônimos. A informação foi dada pelo presidente do Sinpol-AM, Moacir Maia de Freitas, momentos após as 9h, horário que havia sido marcado para o encontro com a imprensa.
Policiais e delegado prometiam dar uma versão diferente da Corregedoria-Geral do Sistema de Segurança Pública do Amazonas e do Ministério Público Estadual (MPE).
Moacir Freitas apresentou o argumento básico da defesa deles. “Como é que eles podem ser acusados de execução premeditada, se não sabiam, até instantes antes de começar a operação, quais seriam os alvos?”, disse. O Sinpol-AM sustenta que a acusação contra o grupo é injusta.