
Foto: Divulgação/Gerlean Brasil
Quatro áreas estratégicas da produção rural de Parintins (Quebra, Santa Maria de Vila Amazônia, Boto e Marajó – Rio Uaicurapá) recebem cadastramento de 60 produtores para a primeira chamada pública de R$ 200 mil do Programa Alimenta Brasil (PAB) Municipal, a ser realizada no final deste mês.
A Secretaria Municipal de Pecuária, Agricultura e Abastecimento (Sempa) já apresentou os critérios de participação no Programa de Aquisição de Alimentos nas comunidades São Pedro do Marajó, no dia 16 de setembro, e Sebastião do Quebra, na quarta-feira (5).
O prefeito de Parintins, Bi Garcia, e o secretário municipal de produção rural, Tião Teixeira, conquistaram R$ 1 milhão no Ministério da Cidadania para a operacionalização do Alimenta Brasil Municipal, na modalidade Doação Simultânea, em um período de um ano.
Nesta sexta-feira (7), a Sempa realizou encontro com os produtores rurais de Santa Maria de Vila Amazônia, na Fazenda Municipal Luiz Medeiros. Em continuidade, na manhã deste domingo (9), o Alimenta Brasil atenderá agricultores do polo de São Sebastião do Boto.
Abacaxi, alface, banana, cebolinha, chicória, coco verde, coentro, couve, cupuaçu, feijão, goiaba, laranja regional, limão, mamão havaí, manga, maracujá, melancia, pimenta de cheiro, pimentão, pupunha, macaxeira, tomate, tucumã e cará estão na lista de produtos relacionados pela Sempa para a compra direta dos agricultores. O pagamento é efetuado pelo Ministério da Cidadania na conta do produtor, com preço justo, de acordo com a tabela da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).
Para fornecer ao PAB Municipal, o agricultor se habilita com RG, CPF, comprovante de residência, Declaração de Aptidão ao Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (DAP) e carteira de produtor. Com a adesão da Prefeitura de Parintins ao Alimenta Brasil viabilizada em 2021, 25 produtores rurais são contemplados mensalmente pelo benefício de R$ 200 do Auxílio Inclusão Produtiva Rural, concedido pelo Governo Federal desde de janeiro deste ano, como complementação de renda familiar.
Veja mais notícias em Economia