
O Grupo de Trabalho tem a finalidade de averiguar a situação dos bens apreendidos pela polícia e que fazem parte de processos judiciais. Fotos: Divulgação
Depois do sumiço de fuzil que estava dentro do depósito do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM) ter aparecido supostamente não mão de um grupo criminoso que usou a arma para matar dois detentos que estavam em uma viatura da Polícia Civil, o desembargador Domingos Chalub determinou a criação de um Grupo de Trabalho para inspecionar o local de armazenamento de armas apreendidas.
A Portaria n.º 103/2022 foi assinada na segunda-feira (17/1). O GT tem a finalidade de averiguar a situação dos bens apreendidos pela polícia e que fazem parte de processos judiciais.
O Grupo de Trabalho terá um prazo de 30 dias para a conclusão das atividades, com a previsão de prorrogação por mais 30 dias, caso haja necessidade. A coordenação dos trabalhos está sob a responsabilidade da desembargadora Mirza Telma de Oliveira Cunha.
Além da desembargadora Mirza Telma, fazem parte do grupo o juiz de Direito Henrique Veiga Lima, o auxiliar da Diretoria do Fórum de Justiça Ministro Henoch Reis e mais três servidores. Ao final dos trabalhos, será apresentado à Presidência do TJAM um relatório das atividades realizadas pelo Grupo de Trabalho.