
Cerca de 44 mil eleitores devem voltar à urnas hoje (5). Foto: Divulgação
Durante o monitoramento da eleição suplementar para prefeito em Coari (a 363 quilômetros de Manaus), que acontece neste domingo (5), uma pessoa foi presa por fazer “boca de urna” – delito eleitoral que consiste na veiculação de propaganda política no dia da eleição. Ela terá que responder um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO).
O Sistema Integrado de Comando e Controle (SICC), acionado pela Secretaria de Segurança Pública do Amazonas (SSP-AM) para reforçar a segurança das eleições em Coari, foi o responsável pela apreensão.
Cerca de 44 mil eleitores devem voltar à urnas para eleger o prefeito de Coari. São 21 locais de votação na zona urbana e 22 na zona rural.
As eleições suplementares para prefeito de Coari estão sendo realizadas porque o prefeito Adail Filho, que foi eleito em 2016, teve o mandato cassado. A Justiça Eleitoral entendeu que ele constituiria o terceiro mandato no núcleo familiar. O pai, ex-prefeito Adail Pinheiro, também cassado, foi sucedido por Adailzinho. Depois disso, o Filho conseguiu a reeleição, mas nem chegou a tomar posse.
Os concorrentes às eleições suplementares são o ex-vereador Keitton Pinheiro, que foi vice de Adail Filho; o empresário Robson Tiradentes Jr., sobrinho do jornalista Ronaldo Tiradentes; o professor e ex-vereador José Henrique de Oliveira Freitas, o Zé Henrique; e o administrador Orlando Nascimento.
De acordo com pesquisas eleitorais, a disputa está entre o candidatos Robson Tiradentes Jr. e Keitton Pinheiro.